quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

O SABER DA IDADE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Uma mulher portuguesa decide fazer uma operação de estética aos 50 anos. A operação custou-lhe cerca de dez mil euros, mas ela ficou muito satisfeita com o resultado.
Ao voltar à casa, para num quiosque para comprar uma revista. Então, não se conteve e perguntou ao empregado:
- Espero que não se importe que lhe pergunte, quantos anos me dá?
- Cerca de 32 - respondeu o homem.
- Engana-se, tenho exatamente 50 - disse, sorrindo.
Pouco tempo depois, entra num supermercado e faz a mesma pergunta à empregada que a atendia. A rapariga responde:
- Talvez uns 29...
Com um grande sorriso, ela responde:
- Nada disso, tenho 50.
Entra num café, para beber uma bica, e, uma vez mais, faz a mesma pergunta. O empregado responde:
- Talvez uns 30.
Orgulhosamente, responde:
- Tenho 50, mas obrigado!
Enquanto aguardava o autocarro para voltar à casa, ela faz a mesma pergunta a um idoso, que está a seu lado. Mas ele responde:
- Minha senhora, tenho 75 anos e a minha vista já não é o que era. No entanto, quando era mais novo raramente me enganava sobre a idade de uma mulher. Não quero parecer abusador, mas se me deixar apalpar os seios posso dizer com exatidão a sua idade.
A mulher ficou atônita, mas cheia de curiosidade. Por fim, balbuciou:
- Vamos a isso!
Então ele deslizou as mãos por debaixo da blusa da "jovem" e começou a apalpar cada seio, beliscando os mamilos.
Após alguns minutos de bolinação do velhinho, ela diz:
- Ok, já chega! Que idade tenho?
Ele tira as mãos, abotoa-lhe a blusa e responde:
- A senhora tem 50 anos!
Espantada e até um pouco atordoada ela diz-lhe:
- Incrível, como conseguiu?
O velhote, com ar malandro, responde:
- Promete que não se zanga?
- Prometo que não...
- Eu estava atrás de si na fila do supermercado...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O MANUAL DA TRAIÇÃO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

• Tenha sempre boas desculpas, previamente armadas.
• Evite os motéis. Encontre um lugar para você e a sua amante "se curtirem": o apartamento de um amigo ou alugue um.
• Use o tempo a seu favor: encontros durante o horário expediente caem sempre bem, mas evite encontros durante o almoço e no final do dia.
• Apague todas as suas pistas.
• Não tenha secretária, mas, se tiver, e for sua amante, pague-a muito bem.
• Conheça como agem os detetives e tenha cuidado com eles.
• Camisas brancas são atraídas por batons vermelhos e perfumes tendem a se prender e ficarem mais fortes no seu colarinho. Tenha sempre uma camisa reserva.
• Evite ter a conta bancária conjunta com a patroa e muito cuidado com as faturas do cartão de crédito.
• Tenha sangue frio. Escapar de um "flagra" pode ser impossível, mas manter a calma pode fazer diferença na hora da reconciliação.
• Se for pego, se faça de vítima, usando sempre frases como: "Você me negou atenção nos meus momentos mais difíceis", "Eu estava sufocado pelos seus ciúmes", "Minha vida vai acabar se você não me perdoar''...
• Se for pego no "flagra", mantenha a calma e o sangue frio, respire fundo e finja que não está entendendo nada. Assim, você ganha tempo para pensar numa desculpa rapidamente.
• Lembre-se: a "cara de pau" ainda é melhor do que soltar a já manjada frase: "Não é o que você está pensando".
• Tenha sempre um amigo de confiança para usar como desculpa, Não sinta remorso, afinal elas também usavam a desculpa de "dormir na casa das amigas", quando queriam fugir das cobranças.
• Mesmo que você não jogue bola, não falte "às peladas" com os amigos, nas noites de quarta-feira, e tenha sempre uma foto guardada no celular, com a "turma da pelada", no caso dela desconfiar que você não está jogando bola coisa nenhuma e pedir: "Manda uma foto pra mim agora".
• Muito importante: nunca chame a sua mulher por um único apelido carinhoso; varie sempre: “”, “bem”, “minha nêga”, “coração”, “anjinho”, “paixão”... Vai ser muito útil, se um dia você "trocar as bolas".
• Cuidado como o seu celular: nunca dê bobeira e se, possível, tenha um chip exclusivo só para a sua amante e uma bateria descarregada, para usar como desculpa de ligação não atendida...
Por fim, reze para que a "patroa" não descubras essas artimanhas e tenha "muito cuidado com a sua testa" porque "o pau que bate em Chico, também bate em Francisco"...

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A ARTE DE JULGAR OS OUTROS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Eram dois vizinhos. Um ele comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho. Também quiseram ter um animal de estimação. Os pais desta família compraram um filhote de Pastor Alemão.
Então começa uma conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum!!! O meu pastor é filhote, vão crescer juntos e “pegar” amizade...
E parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família. E não levaram o coelho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranquilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. O cão levou uma tremenda surra! Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.
Dizia o homem:
- O vizinho estava certo. Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a ideia, mas parecia infalível:
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo.
- Parecia vivo - diziam as crianças.
Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi?! Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu...
- Morreu?! Ainda hoje à tarde parecia tão bem...
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?!
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora ele reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando que o fizessem ressuscitar.
E o ser humano continua julgando os outros...
A outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos; às vezes, fazemos o mesmo...