sábado, 29 de setembro de 2012

OLHA O JATO!

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de emergência, mas graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança no meio de uma avenida.
Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um taxi desgovernado bate no avião.
No interrogatório com o motorista, o delegado questiona:
- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado? Como é que o senhor não viu esse jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping. Eles entraram no táxi e começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga...
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça... E eu vendo pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
- Continue...
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela... E eu com 80% de atenção no trânsito.
- E?
- Ela abriu o zíper e caiu de boca o bilau do rapaz... Daí foi para 50% a minha atenção no trânsito!
- Ok! E então?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na direção da minha nuca... Nisso o rapaz gritou: OLHA O JATO!
- Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião! Doutor, como eu ia saber que era a porra do jato e não o jato da porra?
Resumindo: O taxista foi liberado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

OPÇÃO DE COMPRA

Texto de Aloisio Guimarães

Com a explosão mundial da internet, aqui em Maceió, como em qualquer cidade do país, diversos sites locais publicam em tempo real as notícias do mundo todo, principalmente as do nosso estado.
Esta modernidade impulsiona a população acessar esses sites constantemente, à procura das novidades da nossa terra.
Como nos demais sites Brasil afora, a cada notícia publicada, o visitante pode deixar o seu comentário...
Lamentavelmente, todos estes sites estão se tornando meras "páginas policiais", pelas constantes e crescentes notícias de violência, não mais somente urbana, mas generalizada. Alguns chegam a publicar fotos chocantes, para os leitores e, principalmente, para as famílias das vítimas.
Pois bem...
Meses atrás, aqui em Maceió, numa revendedora de veículos importados, aconteceu um sério desentendimento entre um cliente e um vendedor, terminando com o vendedor atingido por tiros disparados pelo "cliente".
Um leitor, muito engraçadinho, logo abaixo da notícia do triste fato, fez o seguinte comentário, numa clara alusão a uma marca de automóvel concorrente daquela negociada pela revendedora aonde se deu o fato:
- Se tivesse ido comprar uma Ranger, nada disso teria acontecido!
Não pude deixar de rir, apesar da situação...
O comentário é uma prova clara que o brasileiro é gozador e criativo!
Lamentavelmente, a maioria das pessoas não usa a criatividade e inteligência "para o bem"; utiliza-se delas para denegrir, difamar, caluniar, prejudicar, tirar vantagem...

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CHUVEIRÕES E SANITÁRIOS PÚBLICOS

Texto de Aloisio Guimarães

Na segunda-feira, eu minha esposa, estávamos assistindo um telejornal local, quando foi apresentada uma reportagem sobre o turismo na nossa cidade, que, por falta de outros assuntos, é sempre um tema recorrente na mídia alagoana.
Turistas (apreciando a nossa orla) e "autoridades" do turismo tupiniquim se pronunciaram à respeito e, como sempre, dizendo que aqui em Maceió  "falta isso", "falta aquilo", "faltam chuveirões", "faltam sanitários públicos"...
Diante do que vi e ouvi, confesso que descobri que quase nada sei do Brasil...
Excetuando as nossas praias, as poucas que conheço do litoral brasileiro são aquelas de Pernambuco (Pina, Boa Viagem, Prazeres, Piedade), Salvador (Barra, Rio Vermelho, Ondina, Pituba, Piatã, Itapuã), Paraíba (Tambaú, Cabo Branco), Sergipe (Atalaia), Espírito Santo (Camburi), Rio de Janeiro (Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon)...
Ao visitá-las, e muito recentemente, não me lembro de ter visto "choveirões" e "sanitários públicos", com algumas raras exceções, como exigem de nós, os turistas e nativos!
Talvez, o que eles pedem aqui, existam por lá... Neste caso, absorto com "a beleza" das praias dos outros estados, este "matuto da Palmeira" não os tenha notado, Ou, talvez, quem sabe, eles existam e sejam apenas "alguns gatos pingados", que passam desapercebidos.
E eu fui ainda muito mais longe no nosso pensamento, porque recentemente estivemos na Europa...
Como todo mundo está cansado de saber, Paris é a "meca" do turismo mundial. São milhões e milhões turistas a visitam anualmente. Na torre Eiffel, é "um mar de gente", o dia todo! Estivemos por lá e não vimos "sanitários públicos". Muito pelo contrário! Passeando na badalada Champs Élysées paguei 2 euros e minha esposa mais 2 euros, quase R$ 10.00, para darmos uma simples "mijadinha"! E olhem que isso foi num banheiro de um shopping! A mesma coisa aconteceu no Louvre, nas estações de trens...
Portanto, pelo que vivenciei, até prova em contrário, não admito que nos critiquem, sejam alagoanos ou turistas, por algo que não existe naqueles lugares mais badalados e idolatrados por eles!
Peguem a sua língua e enfiem "naquele lugar" e deixem de passar a ideia de que somos os piores em tudo!
Agora, se estou errado, devo estar ficando gagá e não presto muita atenção nos lugares que ando.
Fui... 

sábado, 22 de setembro de 2012

TRIBUTO AO FIOFÓ

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Companheiro inseparável de todas as horas, o nosso querido fiofó tem sido ultrajado desde que o homem é homem. Não há no mundo quem não esteja disposto a meter o pau nele, a todo o momento. Por toda parte, sempre querem cutucá-lo com "vara curta" e também, o que é pior, com "vara longa".
Puro preconceito!
Certamente, fazem tudo isso apenas porque o infeliz é escurinho ou porque, de tão antigo, já está todo enrugado, cheio de estrias! Talvez o repreendam porque é humilde, vive escondidinho, quase nunca aparece.
Outros dizem que ele, quando aparece, é para fazer merda...
E há ainda os que alegam que ele só gosta de nos ver pelas costas. Mas não é verdade...
É certo que ele não é dos mais asseados e que não se depila com regularidade... Mas, quem já imaginou a nossa vida sem o fiofó? Quem já se imaginou privado do prazer de sentar na privada, enquanto lê o jornal? Quem alegará, em sã consciência, que jamais se sentiu aliviado ao apertar a descarga, com a sensação de dever cumprido?
Se não fosse o nosso querido fiofó, seríamos como balões, flutuando na atmosfera, com a barriga cheia de pum!
Antes de criticá-lo, é preciso que se saiba que não há no universo quem nos conheça mais a fundo do que o nosso fiofó, esse pequeno e obscuro amigo que está conosco e não abre! E, se abre, a culpa é toda sua, seu dono...
Portanto, basta! Chega de desprezo e de calúnia!
É hora de redimirmos aquele que está sempre por baixo e nunca reclama! É tempo de render uma homenagem àquele furo fraterno, que segura nossa barra, ou melhor, nosso "barro", nos momentos mais difíceis, quando não há um banheiro por perto!
- Viva o fiofó, viva o operário mais reto de todos!
- Viva o nosso grande amigo! Viva esse obreiro incansável, que trabalha por um salário de merda!
- Viva o fiofó, nosso infatigável buraquinho, que está juntinho conosco, há muitos e muitos ânus!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

TU ME AMAS?

Texto de Aloisio Guimarães

Em qualquer empresa, seja ela pública ou privada, quando falta serviço, o trabalho que resta aos seus empregados nada mais é do que “jogar conversa fora”, falando do que mais gostamos. No caso de nós, homens, sobre os mais variados temas: sacanagem, mulher, futebol, política, religião... Quanto às mulheres, os assuntos preferidos são sempre os mesmos: namorado ou marido, marido ou namorado, namorado ou marido, marido ou namorado...
Isto posto, vamos ao causo:
Certa vez, num desses momentos em que faltam trabalhos, estávamos discutindo sobre religião, assunto que ninguém se entende, pois é uma questão de fé.
Nessa roda de amigos, estavam presentes João José e Enoch Pinto.
João José é aquele tipo que "se faz de morto para comer o cu do coveiro". Quem não o conhece, acha que ele é o cara mais santo do mundo! A minha mulher assim pensava, até eu abrir os seus olhos...
Já o Enoch, além de ser aquele religioso praticante, é muito sisudo e radical nas suas colocações, sejam elas quais forem.
Pois bem, no meio da discussão, o Enoch começou a dizer:
- Jesus mandou que nos amássemos uns aos outros...
Aí, João José o interrompeu, com a seguinte pergunta:
- Enoch, tu me amas?
Conhecendo o João José, o Enoch, mais Enoch do que nunca, respondeu, de cara feia e com a sua inconfundível voz grave:
- E eu sou viado, porra?
Ninguém se conteve...
Ainda hoje, muitos anos depois, na gozação, sempre que encontro o João José, pergunto:
- João, tu me amas?
Sem sombra de dúvidas, João José e Enoch fazem parte do pequeno grupo de homens de bem que eu conheço!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PIMBA NA GORDUCHINHA!

Texto de Aloisio Guimarães

Antes de tudo, para você que não entende e nunca ouviu a transmissão de um jogo de futebol pelo rádio, "Pimba na gorduchinha", juntamente com "Ripa na chulipa", nada mais são do que duas das expressões mais consagradas do mundo do futebol, cunhadas pelo narrador esportivo Osmar Santos, obrigado a encerrar a carreira muito jovem por conta de um acidente automobilístico.
Passemos aos fatos:
Acho que o avanço da idade tirou de vez todo o meu humor, que já era pouco, e azedou por completo o meu senso crítico, que quase não existia...
Acredito até que o meu juízo seja pouco, como dizem os meus "amigos", porque certas coisas não entram nessa cabecinha que Deus me deu. A última delas é a seguinte:
A "Mascote Oficial" da Copa do Mundo de Futebol, que será realizada aqui no Brasil, em 2014, é esse bichinho engraçadinho, aí ao lado, que representa o nosso Tatu-bola. A ideia inicial para a escolha dele como mascote foi de uma ONG cearense, a Associação Caatinga, como forma de "um grito de alerta" para uma possível e futura extinção desta espécie de animal.
Até aí, tudo bem...
Acontece que a FIFA acaba de abrir, no seu site, http://mascot.fifa.com/, uma votação para escolher um nome para "a mascote da nossa copa".
- E sabe quais são as opções de nome que a FIFA decidiu entre as quais você votar?
São três, "cada um nome mais bonito do que o outro":
1. AMIJUBI: mistura de "amizade" e "júbilo"
2. FULECO: mistura de "futebol" e "ecologia"
3. ZUZECO: mistura de "azul" com "ecologia"
Estão de brincadeira!
Fizeram igualzinho aos nomes das pessoas, inventados com a mistura do nome do pai com o da mãe! Sempre de péssimo resultado!
- Será que não existe nome tipicamente brasileiro?
Certamente será uma votação ao contrário: você vai escolher o menos horrível!
O resultado será divulgado no dia 25 de novembro, no programa "Fantástico", da TV Globo.
Fui...

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

PEDRO CAÇOLA

Texto de Aloisio Guimarães

No final da década de 70 e início de 80, eu morava na pensão da Dona Severina, localizada na Rua da Praia.
Para quem não sabe, a pensão da Dona Severina era muito conceituada e conhecida em todo Estado de Alagoas. Foi nela que moraram várias "figurinhas" importantes do nosso estado, quando ainda eram simples e desconhecidos estudantes.
O filho da Dona Severina, o Beto, era uma das poucas pessoas que trabalhavam com serigrafia em Maceió. O cara era competente neste ramo, ao ponto de ganhar "uma nota preta" nos períodos eleitorais, imprimindo retratos de candidatos em camisetas.
Com a inauguração da Ponte Divaldo Suruagy, ficou mais fácil chegar, de carro, às cidades de Barra de São Miguel e Marechal Deodoro, pois, anteriormente, era necessário fazer um “arrudeio” muito grande, pela BR 101.
A facilidade de chegar a estas cidades, antes distantes, desenvolveu a região, fez com que o turismo rapidamente crescesse e com ele, a especulação imobiliária, que "disparou" ainda mais com a duplicação da AL-101 Sul - Maceió/Barra de São Miguel.
De repente, a desconhecida Praia do Francês virou “point” do turismo local e nacional.
E, com o objetivo de fomentar este boom turístico, foi criado, em Marechal Deodoro, o chamado Festival de Verão. Não era lá grande coisa, comparado com os eventos dos dias atuais, mas atraía uma verdadeira multidão de alagoanos e turistas.
Foi neste festival que eu e o Marcelo (colega da pensão) ganhamos alguns trocados, vendendo as camisetas que mandamos o Beto imprimir, com a estampa da Igreja de Marechal Deodoro. Só não ganhamos um bom dinheiro porque éramos uns "lisos" e não tínhamos como comprar muitas camisetas para a impressão e revenda.
Infelizmente, acabaram com o evento, fonte de renda para o município. Talvez o Carlito Lima, "deodorense, indo e voltando", saiba e nos diga o porquê.
Some-se a isso tudo que, nesta época, a sacanagem existia, mas não tão explícita como hoje.
Armado o cenário, vamos aos fatos:
Neste período, na empresa em que labuto, também trabalhava o Pedro Maurício de Sá, motorista, infelizmente já falecido. O Pedro era uma figura singular: baixinho, gorduchinho, bigodinho de escovar penico, bonachão, espirituoso... Um figuraço, querido por todos!
Como muita gente, o Pedro também foi ao I Festival de Verão de Marechal Deodoro...
Na segunda-feira, dia seguinte ao encerramento da festa, estávamos reunidos no pátio da empresa, jogando conversa fora, quando chegou o Pedro. Logo, perguntamos:
- E aí, Pedro, gostou do Festival de Verão de Marechal Deodoro?
No que ele respondeu:
- Claro que gostei! Agora, vou dizer uma coisa: no sábado, à noite, fui passear na Praia do Francês e o que tinha de gente fodendo na areia da praia não tava no gibi! Ontem, logo cedo, saí pela praia, com um cabo de vassoura, e juntei 34 “caçola”!
Era calçola demais e a turma não ia perdoar!
Assim, exagero ou não da parte dele, desse dia em diante e até a sua morte, muitos anos depois, ninguém mais o conhecia por outro nome a não ser por "Pedro Caçola"!
Que Deus o tenha, Pedro!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NÃO FALE GÍRIAS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

• Ao invés de dizer "Afogar o ganso", diga "Sufocar hidraulicamente o anserídeo".
• Ao invés de dizer "A vaca foi pro brejo", diga "A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço".
• Ao invés de dizer "Chutar o balde", diga "Derramar a água no solo pátrio, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente".
• Ao invés de dizer "Chutar o pau da barraca", diga "Derrubar com a extremidade do membro inferior o suporte central de uma das unidades de acampamento".
• Ao invés de dizer "Conversa mole pra boi dormir", diga "Prosopopeia flácida para acalentar bovinos".
• Ao invés de dizer "Dar uma de João-Sem-Braço", diga "Aplicar a contravenção do Sr. João, deficiente físico dos membros superiores".
• Ao invés de dizer "De grão em grão a galinha enche o papo", diga "De sucessivos em sucessivos grãos áureos, o bípede galináceo preenche o terminal do esôfago".
• Ao invés de dizer "Engolir o sapo", diga "Deglutir o batráquio".
• Ao invés de dizer "Esticar as canelas", diga "Alongar as tíbias".
• Ao invés de dizer "Eu estou de saco cheio", diga "Eu estou com a bolsa escrotal completamente saturada".
• Ao invés de dizer "Eu sou careca", diga "Eu sou desprovido de fios capilares na região apical da epiderme cefálica".
• Ao invés de dizer "Gato escaldado tem medo de água fria", diga "Mamífero felino doméstico, escarmentado, teme solvente universal gélido".
• Ao invés de dizer "Macaco velho não enfia a mão em cumbuca", diga "Símio provecta não introduz artelhos em recipiente côncavo".
• Ao invés de dizer "Mais vale um pássaro na mão do que dois voando", diga "Mas vale um bípede alado preso na extremidade distal do membro superior do que dois desafiando a lei da gravidade".
• Ao invés de dizer "Nem a pau", diga "Sequer considerar a utilização de um pedaço de madeira".
• Ao invés de dizer "Nem que a vaca tussa", diga "Jamais considerar a possibilidade de a fêmea bovina vir a expirar fortes contrações laringo-bucais".
• Ao invés de dizer "Pagar o mico", diga "Creditar o primata".
• Ao invés de dizer "Pagar o pato", diga "Saldar financeiramente o débito aquisitivo do anatidae".
• Ao invés de dizer "Quebrar a cara", diga "Romper a fisionomia".
• Ao invés de dizer "Pode tirar o cavalinho da chuva", diga "Por gentileza, queira retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica".
• Ao invés de dizer "Sapo de fora não ronca", diga "Batráquio forasteiro não emite sons guturais".
• Ao invés de dizer "Vá pra puta que pariu", diga "Por obséquio, dirija-se à residência da sua genitora, localizada na mais luxuosa casa de tolerância da cidade".
• Ao invés de dizer "Vai te foder", diga "Desejo ardentemente que você seja o elemento passivo na suas relações sexuais".
• Ao invés de dizer "Vai tomar no cu", diga "É chegada a hora de você ir satisfazer as necessidades sexuais do orifício corrugado situado na sua região inferior lombar".

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

UM HOMEM INTELIGENTE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
Uma convenção, que reunia os presidentes de todas as cervejarias do mundo, acontecia em Amsterdã, na Holanda.
Os presidentes das cervejarias mais famosas do mundo estavam presentes por lá: Budweiser, Carlsberg, Heineken, Sagres e muitos outros fabricantes de cerveja.
No final do dia, como sempre acontece nessas convenções, para descontrair, todos os executivos da cerveja decidiram beber alguma coisa no bar.
Assim que chegaram ao bar, o presidente da Budweiser foi logo pedindo, em voz alta:
- Garçom, me traz uma "Bud“, por favor!
E o garçom prontamente trouxe uma Budweiser, geladinha.
O presidente da Carlsberg não deixou por menos:
- Amigo, me vê uma Carlsberg, bem gelada!
E o garçom atendeu o seu pedido.
O Presidente da Sagres pediu uma Sagres e assim por diante, até que o garçom perguntou a Freddie Heineken o que ele queria beber, já premeditando a resposta...
Mas, para a surpresa de todos o Sr. Heineken, calmamente, disse:
- Por favor, me dá uma Coca-Cola!
Então, todos o olharam surpresos até que um de seus colegas perguntou:
- Por que você não pediu uma Heineken?
E ele, “mostrando indiferença”, respondeu:
- Se vocês não vão beber cerveja, eu também não vou!

ISSO É INTELIGÊNCIA!

domingo, 9 de setembro de 2012

O PASTOR E O BURRO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um pastor observava tranquilo o seu burro pastando em uma verde pradaria.
De repente, ouviu ao longe os gritos de uma tropa inimiga, que se aproximava rapidamente.
Ele rogou ao animal para que este corresse, levando-o na garupa, o mais rápido que pudesse, a fim de que não fossem ambos capturados.
O burro com calma, falou:
- Por que eu deveria temer o inimigo? Você acha provável que o conquistador coloque em mim mais dois outros cestos, além dos dois que já carrego?
- Não - respondeu o pastor.
- Então - disse o animal - contanto que eu carregue os dois cestos que já possuo, que diferença faz a quem estou servindo?
Moral da História:
MUDAR O GOVERNANTE É MUDAR APENAS O NOME DO SEU NOVO SENHOR!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

DESCONVITE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

O texto abaixo, recebido por e-mail, é supostamente verídico, contando o caso do "Desconvite de Patrono da Turma" feito ao Professor Rubens de Oliveira, pela Comissão de Formatura do Curso de Administração, Jornalismo e Turismo 2005-2 da Universidade Estácio de Sá de Santa Catarina.
Como a relação patrono/dinheiro é sempre uma constante, de forma aberta ou "por debaixo dos panos", o texto, além de uma boa leitura, serve para a meditação do que seja um Patrono.
Vamos a ele:
E-MAIL DA COMISSÃO DE FORMATURA
Excelentíssimo Dr. Professor Rubens Araújo de Oliveira
Assunto: Desconvite Patrono Estácio
Data: 02/12/2005
Nós, da Comissão de Formatura 2005/2 dos cursos de Administração, Turismo, Jornalismo e GSI da faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, vimos por intermédio desta, comunicá-lo de uma situação que nos deixa muito constrangidos e de certo modo frustrados:
Há alguns meses, em visita pessoal dos membros da Comissão de Formatura a Vossa Senhoria, solicitamos e fomos prontamente atendidos e correspondidos na solicitação do convite, que muito nos honraria para homenageá-lo como Patrono das turmas acima mencionadas.
Até então, também foi abordado a possibilidade de um auxílio para amenizar os custos referentes à formatura.
Hoje pela manhã, fomos informados formalmente que o auxílio que poderia ser repassado aos formandos seria de R$ 1.000,00, que entendemos que esteja dentro das suas atuais possibilidades financeiras.
Ao repassar esta informação, a Comissão e os demais formandos, ficaram em uma situação delicada em face da dificuldade em completar o orçamento. Os mesmos reagiram e sugeriram o auxílio de outra pessoa, que também era cogitado para ser homenageado, cujo valor disponibilizado amortizará o custo relativo ao local da Colação de Grau, pois contávamos com a disponibilidade do novo auditório da Estácio.
Então, diante desta situação extremamente complicada, nós, da Comissão, acatamos o que a maioria dos formandos optou em homenagear como Patrono outra pessoa, que fará uma contribuição mais elevada.
Gostaríamos de agradecer o aceite e o comprometimento; nos desculpar pela alteração e pelo não cumprimento do convite que fora gentilmente aceito pelo senhor, mas que, diante dos fatos, a maioria decidiu que seria mais justo homenagear a pessoa que se propôs a fazer a maior contribuição para com os formandos.
Desde já, ficamos no aguardo de um retorno do recebimento deste.
Atenciosamente,
A Comissão de Formatura 2005/2.
RESPOSTA DO PROFESSOR
Prezados Acadêmicos da
Comissão de Formatura dos Cursos de Administração, Jornalismo e Turismo 2005-2,
Vocês não devem se sentir constrangidos. Frustrados, sim; constrangidos, nunca! Quem sabe este constrangimento não se trata de vergonha; ou falta de caráter; ou ainda falta de ética?...
Entendo que estou "desconvidado" para ser Patrono. Em minha vida de quase 30 anos como professor, devo ter sido patrono, paraninfo, nome de turma e homenageado dezenas de vezes. Jamais imaginei que formandos convidassem e "desconvidassem" patronos por dinheiro! Enfim, sempre há uma primeira vez para tudo.
Se eu utilizasse a mesma moeda (literalmente) - é uma pena não ter sido comunicado antes - neste caso, por idêntico critério não teria pago a minha parte como "patrono" na última festinha de confraternização dos formandos.
Meus queridos ex-futuros afilhados, eu é que me sinto constrangido, decepcionado, surpreso... Triste, mesmo!
Constrangido, porque pensei que o convite realizado fosse uma homenagem ao Ex-Diretor Geral da Estácio pela sua capacidade de administrar e levar adiante um projeto que em cinco anos tornou-se a maior Escola de Administração de SC. Todos os cursos, que ora estão se formando, obtiveram a nota máxima na avaliação do MEC. Patrono é isso: Uma pessoa que os formandos entendam deva ser exemplo na área de atuação dos cursos.
Decepcionado, porque pensei que nossos alunos honrassem o título de Bacharel, após quatro anos muita de luta e sacrifício. Patrono é isso: Uma pessoa que dignifica a profissão.
Surpreso, porque jamais imaginei ter sido "comprado" como Patrono, isto é, fui "eleito“ pelos formandos somente porque iria dar dinheiro para a formatura. Patrono não é isso; Patrono não se vende.
Triste, porque vejo que não consegui - após quatro anos de curso superior - mudar os valores de alguns alunos da Estácio SC. Patrono é isso: Uma pessoa que possui valores que prezam pela ética, moral, honra e palavra.
Sinto-me aliviado. Dormirei melhor...
Não consegui comprá-los por R$ 1.000,00. Obviamente a honraria de ser patrono vale muito mais que isso. Tivesse eu as qualidades de um patrono acima citadas - talvez me sentisse "enojado" com a situação. Como não as possuo, sinto-me aliviado em ter poupado um dinheirinho que seria gasto com pessoas das quais me envergonho ter sentido alguma consideração de relacionamento.
Assim sendo, e como não resta alternativa: Com muita alegria aceito o "Desconvite".
Entendo que outros formandos não devem compartilhar da mesma opinião dessa Comissão. A estes, desejo sucesso e sorte.
À Comissão de Formatura e aos outros, que trocaram o patrono por dinheiro, o meu desprezo. Seguramente a vida lhes ensinará o que a Faculdade não conseguiu!
Por último, desejo a todos a felicidade da escolha de um Patrono bem rico! Que ele possa pagar todas as despesas e contas... Seguramente a maior qualidade do homenageado!
Que tenham uma excelente formatura. Estarei lá, presente, na qualidade de professor da Estácio.
Digam ao Acadêmico-orador que, em seu discurso, não fale em qualidades dignas do ser humano, muito menos em decência, honra, moral e ética. Se assim o fizer, irei aparteá-lo e chamá-lo de mentiroso!
Atenciosamente,
Prof. RUBENS OLIVEIRA.
EITA CABRA BOM DA GOTA SERENA!