sábado, 28 de setembro de 2013

UMA GUERRA CIVIL

Texto de Rubens Mário
PROFESSOR E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS

Essa semana foi divulgada uma pesquisa, a qual reafirma que a absoluta maioria dos delinquentes encarcerados são jovens entre 18 e 24 anos de idade. E, olhem, essa pesquisa não se reporta aos ainda menores abaixo de dessa faixa etária - eles estão em quase todos os casos de violência.
Aqui, em nossa capital, os assaltos, “saidinhas de bancos”, sequestros e arrastões, são diários e inúmeros; a rotatividade e diversidade das ações chega a ser impressionante - consultórios médicos, mercadinhos, farmácias, transportes coletivos, residências, restaurantes, pizzarias, proximidade de escolas particulares, ou seja, em todos os lugares onde estiverem pessoas indefesas de posse de algum bem de razoável valor material; num “piscar de olhos”, os marginais surgem armados, com armas de fogo, e levam tudo; se alguém reagir ou se desconfiarem que as vítimas estão armadas, eles atiram e matam sem qualquer piedade ou remorsos; nos últimos meses, vários policiais foram assassinados, e, a maioria, sequer, teve a oportunidade de reagir às agressões. O mais contundente de toda essa barbárie social, é que as pessoas parecem estar, perigosamente, acomodadas e adaptadas à cruel situação! Hoje, as pessoas ao saírem de casa, já deixam separadas quantias para que os meliantes levem e não se enfureçam ao não encontrarem o que roubar! Já ouvi depoimentos de jovens que foram agredidas verbal e fisicamente pelos marginais, por não portarem objetos de bom valor comercial! Um absurdo e um acinte à uma sociedade, dita, com liberdade.
Essa semana, vi e ouvi na mídia, um pequeno protesto de alguns estudantes de uma faculdade situada no histórico bairro de Jaraguá. Após as reivindicações, a polícia militar apareceu e prometeu rondas mais ostensivas naquele bairro e em outros dois das áreas mais nobres de Maceió - Jatiúca e Ponta Verde. Com certeza, eles irão migrar para outros locais onde a polícia, certamente, não estará. Logo, apesar de necessária, a providência policial, sem dúvidas, não resolverá o grave problema, apenas, falo-á mudar de local, até os ânimos se acalmarem.
Não adianta, nesse momento emergencial, políticos de plantão ou autoridades movidas à hipocrisia, dizerem: “Ah! O problema é a falta de educação”! Mas, isso todos já sabem! Afinal, estamos nesse caos social, porque, os viciados na corrupção sem punição, movidos pela ganância monetária, há cerca de 30 anos, acabaram com a educação pública básica, expulsaram o homem do campo e permitiram e incentivaram a reprodução desmedida e irracional dos seres humanos mais pobres, hoje, involuntariamente, aglomerados, em favelas inabitáveis até para animais irracionais. Depois de geradas as imensas proles, eles são enganados com falsos “programas sociais”, que os autores têm consciência de servir apenas para multiplicar a miséria e a violência. São esses jovens, salvo, raras exceções, que hoje, abandonados e sem quaisquer capacidades de compreensão do certo ou do errado, usam as armas de fogo, como “ferramentas de trabalho”.
Nesse momento, a desgraça já está consumada, e, medidas paliativas, à exemplo de escolas de fachada e policiamentos pontuais, não irão resolver! A educação seria - infelizmente, esse é o tempo do verbo - a solução, num longo prazo - 15 a 20 anos - se transformada, com seriedade, e encampada pelo Governo Federal.
No momento, estamos numa, “guerra civil”, desigual, onde as trincheiras dos delinquentes são, infinitamente, superiores às do estado. Além de todas as desvantagens dos organismos de segurança, o “exército” dos criminosos conta com o poderoso reforço dos, ainda, considerados, menores de 18 anos.   Desesperada com a derrota iminente, a população está começando a reagir com brutais linchamentos de criminosos que, por ventura, ainda, não atacam as suas vítimas com armas de fogo.
Mas, o que fazer para cessar essa “guerra civil”? Primeiro que tudo, uma operação de guerra, com a efetiva participação do exército nacional, visando o desarmamento dos delinquentes; esse trabalho teria que ser, severamente, coercitivo e não, voluntário, como estão fazendo atualmente. Depois, mudar a lei que rege os menores de idade, e, construir, em regime de urgência, urgentíssima, presídios federais e reformatórios juvenis, longe dos centros urbanos, para abrigar com decência e tentar recuperá-los durante as penas rigorosas, aplicadas por uma justiça justa e célere.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

BIZARRO, MUITO BIZARRO...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

O chinês Xiaolian, 22 anos, sofreu um acidente de carro em 2012, quando uma infecção consumiu grande parte da cartilagem do seu nariz.

Agora, numa operação nunca vista, médicos do hospital de Fuzhou, província de Fujian, criaram um novo nariz para o rapaz, em substituição ao nariz danificado, construído a partir de uma das suas costelas.

O detalhe mais curioso é que o novo nariz está localizado na testa e com as narinas voltadas para cima (?)!


 

TERRA À VISTA!

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Uma ilha de aproximadamente 214 metros de extensão e 16 metros de altura emergiu no litoral do extremo sudoeste do Paquistão depois que um terremoto sacudiu o país, nesta terce feira, matando centenas de pessoas.


Uma equipe de especialistas de Islamabad já foi encaminhada à região para analisar a nova ilha. "A percorremos toda sua área e me pareceu estável", declarou Baloch, um dos envolvidos nesta primeira missão de exploração. De acordo com o vice-diretor administrativo de Gwadar, cidade mais próxima à nova ilha, a equipe técnica que virá da capital ficará encarregada de um estudo mais técnico.

Antigos habitantes da região afirmam que uma ilha semelhante também emergiu depois de um terremoto registrado na região em 1935, que desapareceu dez anos depois, de repente e de maneira misteriosa. Por esse motivo, as autoridades não descartam algo similar.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

BILHETE PATERNAL

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Meu filho,
Eis as coisas mais importantes da vida:
01. O maior e melhor amigo: Deus.
02. Os melhores companheiros: Os pais.
03. A melhor casa: O lar.
04. A maior felicidade: A boa consciência.
05. O mais belo dia: Hoje.
06. O melhor tempo: Agora.
07. A melhor regra para vencer: A disciplina.
08. O melhor negócio: O trabalho.
09. O melhor divertimento: O estudo.
10. A coleção mais rica: A das boas obras.
11. A via mais rápida para ser feliz: A reta.
12. A maior alegria: Dever cumprido.
13. A maior força: O bem.
14. A melhor atitude: A cortesia.
15. O maior heroísmo: A coragem de ser bom.
16. A maior falta: A mentira.
17. A pior pobreza: A preguiça.
18. O pior fracasso: O desânimo.
19. O maior inimigo: O mal.
20. O melhor dos esportes: A prática do bem.
Leia e veja como está indo sua orientação.

sábado, 21 de setembro de 2013

O DIA DA ÁRVORE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Hoje é O Dia da Árvore.
O fato abaixo aconteceu em Porto Velho, Rondônia.
É emocionante...
Um Ipê Amarelo foi cortado e o seu tronco foi  transformado num poste.
Após o poste ser fincado na rua, foram instalados os fios da rede elétrica.
Eis que a árvore se rebela contra a maldade humana e resolve não morrer. Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor: rebrotou e encheu-se de flores. 
Assim é a natureza: VENCEDORA!

ESPIONAGEM AMERICANA

Texto de Aloisio Guimarães

Nos últimos dias, o governo brasileiro, aparentemente, está muito ofendido com a espionagem que os americanos fizeram da presidente Dilma, de alguns dos seus assessores e da Petrobrás.
Segundo a mídia, depois da divulgação do episódio, os assessores mais influentes da presidente Dilma, incluindo o Lula, estão aconselhando-a não ir a uma viagem aos Estados Unidos, programada para o mês de outubro, como demonstração de indignação. E, pelo visto, ela não vai mesmo.
Diante de tudo que tenho lido a respeito, aliado aos anos que já vivi, pergunto (e respondo):
1. Será que existe algum país no mundo que não seja espionado pelas grandes potências, tais como os Estados Unidos, a Rússia e a China?
- Eu duvido que tenha.
2. Será que eles mesmos não se espiam, uns aos outros?
- Eu acredito que sim.
3. Será que os americanos deixaram de espionar os russos e vice e versa?
- Eu acredito que não.
4. Será que o grande alarde que o Brasil fez do seu petróleo, descoberto no pré-sal, não aguçou ainda mais a curiosidade de todos eles (americanos, russos, chineses...) e por isso mesmo é que a Petrobrás foi espionada?
- Eu acredito que sim.
Para mim, chega!
Eu não engulo a balela do governo brasileiro, quando berrar que "a soberania nacional foi ofendida pelos americanos" e se calou diante do que o Evo Morales fez com um avião brasileiro da FAB, retido, invadido e revistado na Bolívia, à procura do senador Pinto; a menos que, para os nossos governantes, o nosso avião não seja extensão do nosso território!
Chega de jogo de cena! Basta achar que todos os brasileiros são tapados! Não adianta o massacre feito na imprensa, se fazendo de vítima, porque eu não me indignei e nem ficarei indignado com a espionagem americana. Para mim, basta os mensaleiros do PT (partido do governo) para esgotar a minha cota de indignação e de nojo!
Por fim, pergunto:
- Se os americanos já sabem dos "nossos segredos", não está na hora do povo brasileiro também saber quais são eles?
O Brasil precisa saber se eles são, ou não, "republicanos"!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO...

Texto de Aloisio Guimarães
FONTE: TERRA

A vida do norte-americano Glen James, de 54 anos, um sem-teto que mora nas ruas de Boston desde 2005, deu uma reviravolta esta semana depois que ele encontrou, em um centro comercial da cidade, e entregou à polícia, uma mochila com US$ 2,4 mil em dinheiro, US$ 40 mil em cheques de viagem e um passaporte.
A polícia, diante da honestidade de um homem tão pobre, programou uma solenidade onde o chefe de polícia da cidade, Ed Davis, entregou uma menção especial por sua honestidade.
A reviravolta aconteceu mesmo quando Ethan Whittington, um contador, que mora na Virgínia, lançou uma campanha no site gofundme.com para ajudá-lo.
Hoje, as contribuições já ultrapassam os US$ 100 mil, ofertas de casas, computadores, roupas e mensagens de vários países como a França e Tasmânia.
- Senhor James, se vier a Paris deixo a você com prazer meu apartamento, declarou Guihem Biju-Duval.
Cynthia Laspogata ofereceu um apartamento de um quarto, junto a uma fazenda no Estado de Nova York.
Glen James já abriu um conta bancária e agradeceu Ethan Whittington por sua grande gentileza em uma conversa por telefone:
- Estas doações me permitirão reiniciar minha vida.
Whittinhgton respondeu:
- É você quem merece todos os elogios. Você me devolveu a confiança na humanidade.

UMA PAIXÃO CENTENÁRIA

Texto de Rubens Mário
PROFESSOR E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS

Nessa sexta-feira, dia 20 de setembro, o CRB completa cento e um anos. Esse clube, que, segundo pesquisa recente, já possui a maior torcida do estado, provoca nas pessoas, uma paixão avassaladora, desmedida, e, em alguns casos, até irracional! Temos exemplos bem pitorescos: o meu amigo “Carlinhos da Confraria” não usa nada que tenha a cor azul! Outros, tais quais o meu amigo “Marcão do Caldinho”, raramente são vistos com outra camisa, que não seja a do CRB! O apaixonado Marcão costuma dizer, provocando o rival, que, “o CRB é paixão e o outro é ilusão”. Outro dia, lá na “Pajuçara”, durante um treino, perguntamos ao folclórico “Rabicó” se ele gostava de mulher e ele respondeu com a sua inocente paixão: “eu gosto é do CRB”! O “Bebê Johnson” - filho do saudoso massagista do clube, “Geraldo Trama”, é outro grande apaixonado! Para se ter uma ideia dessa paixão desvairada e inexplicável,  no dia do velório do pai, antes do enterro, ele foi a um jogo do clube no “Trapichão”.
Eu também, não fujo à regra! Num determinado momento da nossa vida, tínhamos uma loja de plantas, e, num certo dia, surgiu um menino que nos pediu ajuda e, nós o levamos para morar conosco e fazer companhia ao nosso filho Rubinho, então, também, com 8 anos de idade; no caminho para a nossa residência perguntei ao menino, qual o seu clube! Ele, inocentemente, sem muita convicção, e, sem saber da minha procedência, me respondeu que era CSA! Imediatamente, o retruquei, meio brincando: torcedor do CSA não entra na minha casa! Quando parei o carro e descemos, o menino, convictamente, disse: “seu Rubens, eu agora sou CRB!” Desse dia em diante, o menino que permaneceu um bom tempo na nossa casa, virou mais um apaixonado pelo CRB. Tem outro caso: uma família vinda do Rio de Janeiro, veio morar em frente a nossa casa, e, ao verem as minhas loucuras pelo CRB, se contagiaram e, até hoje, são todos ferrenhos torcedores do CRB.
No caso da origem da minha salutar “doença” pelo galo, ela foi herdada do meu saudoso pai - Mário Costa - ainda garoto era levado por ele para assistir aos jogos na “Pajuçara”. Quando não íamos ao estádio, ficávamos com os ouvidos atentos ao rádio, e, quando o locutor gritava o gol do nosso galo, o meu pai aumentava o volume do rádio para chamar à atenção de toda a vizinhança. Aquilo tudo me extasiava! No dia seguinte às grandes vitórias, o meu pai que tinha uma alfaiataria no “beco São José”, fazia cartazes em cartolina, onde colocava versos rimados gozando os nossos  adversários. Dentre os inúmeros cartazes nos quais o meu pai sempre começava com a expressão: “Fala o CRB”, lembro-me de um colocado no dia seguinte à uma grande goleada no Guarani do Poço, e o goleiro do time do saudoso Hélio Sena tinha o apelido de “Caliça”; aproveitando o sugestivo nome, o meu pai fez um cartaz que dizia: “Dei a maior goleada, sem orgulho e nem cobiça, o Guarani tendo cimento, colocou no arco, Caliça”. Caliça era uma espécie de resíduo inconsistente que largava com facilidade das paredes das casas de taipa construídas na época.
Na minha adolescência, junto com outros meninos da saudosa Praça da Faculdade, saíamos inúmeras vezes, à noite, de pés,  até o estádio da “Pajuçara”,  onde, sem dinheiro para pagar os ingressos,  tentávamos ludibriar a truculenta vigilância do “nêgo” “Caçota”, filho do “seu” “Mané veinho”, sensor do saudoso Colégio Estadual de Alagoas, onde eu estudava. Muitas vezes, quando não conseguíamos “maiar”, terminávamos a noite ouvindo o jogo pelo rádio no sítio onde trabalhava o, também, apaixonado, “Mário beleza”. Mas, todo aquele sacrifício valia a pena pelo amor ao nosso CRB.
O nosso amado CRB, ou Regatas, como costumavam chamar os mais velhos, ao longo desses anos, nos proporcionou imensas alegrias e, também, algumas decepções - quantas vezes saí do estádio, com dor de cabeça, esbravejando que jamais voltaria ali! Pura balela! No jogo seguinte eu estava lá! Das decepções, maior de todas elas, foi a perda do nosso imenso Ativo patrimonial, causada pela ingerência mesquinha de alguns falsos regatianos que, durante anos, confundiram o nosso clube com a casa de uma amante sem muito valor sentimental. Afirmo, com toda convicção e tristeza, que essa foi a nossa maior derrota, porque, depois dessa, terei que honrar as minhas palavras, pois, jamais poderei voltar lá.
Feliz aniversário, amado clube! É o desejo de todos os seus apaixonados torcedores.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GIRASSOL

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Você já viu um girassol?
Trata-se de uma flor amarela, muito grande, que gira sempre em busca do sol. E é por essa razão que é, popularmente, chamada de girassol.
Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota em meio a outras plantas, procura imediatamente a luz solar. É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe possibilitarão a vida.
- E o que aconteceria à flor se a colocássemos em uma redoma bem fechada e escura?
Certamente, em pouco tempo, ela morreria.
Assim como os girassóis, nosso corpo físico também necessita da luz e do calor solar, da chuva e da brisa, para nos manter vivos.
Mas não é só o corpo físico que precisa de cuidados para prosseguir firme. O Espírito igualmente necessita da Luz Divina para manter acesa a chama da esperança. Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva de bênçãos que vem do alto. Todavia, é necessário que façamos esforços para respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis que nos envolvem.
Muitos de nós permitimos que os vícios abafem a nossa vontade de buscar a luz, e definhamos dia a dia como uma planta mirrada e sem vida, ou, então, nos deixamos enredar nos cipoais da preguiça e do desânimo e ficamos a reclamar da sorte, sem fazer esforços para sair da situação que nos desagrada.
É preciso compreender os objetivos traçados por Deus para a elevação de Seus filhos, que somos todos nós.
E para que possamos crescer, de acordo com os planos divinos, o Criador coloca à nossa disposição tudo o de que necessitamos. É o amparo da família, que nos oferece sustentação e segurança em todas as horas... A presença dos amigos nos momentos de alegria ou de tristeza a nos amparar os passos e a nos impulsionar para a frente. São as possibilidades de aprendizado, que surgem a cada instante da caminhada, tornando-nos mais esclarecidos e preparados para decidir qual o melhor caminho a tomar.
- Mas, o que acontece conosco quando nos fechamos na redoma escura da depressão ou da melancolia e assim permanecemos por vontade própria?
É possível que, em pouco tempo, nossas forças esmoreçam e não nos permitam, sequer, gritar por socorro. Por essa razão, devemos entender que Deus tem um plano de felicidade para cada um de nós e que, para alcançá-lo, é preciso buscar os recursos disponíveis:
• É preciso imitar os girassóis. Buscar sempre a luz, mesmo que as trevas insistam em nos envolver.
• É preciso buscar o apoio da família, nos momentos em que nos sentimos fraquejar.
• É preciso rogar o socorro dos verdadeiros amigos quando sentimos as nossas forças enfraquecendo.
• É preciso, acima de tudo, buscar a Luz Divina que consola e esclarece, ampara e anima em todas as situações.
Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e o convite da depressão rondar-te a alma, imita os girassóis e busca respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis.
Quando as dificuldades e os problemas se fizerem insuportáveis, tentando sufocar-te a disposição para a luta, lembra-te dos girassóis e busca a Luz Divina através da oração sincera.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

RESPONDA RÁPIDO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Com R$ 1,10 você compra uma bala e um café. Como o café custa R$ 1,00 a mais do que a bala. pergunta-se:
- Quanto custa a bala?
 

Se você respondeu R$ 0,10, você errou. Você foi traído pela intuição e confiança. Veja bem: se a bala custasse R$ 0,10 e sendo o café R$ 1,00 mais caro, o café custaria R$ 1,10; logo, você precisaria de R$ 1,20.
A resposta correta é R$ 0,05. Se a bala custa R$ 0,05 e o café é R$ 1,00 mais caro, o café custa R$ 1,05, que, somados, dá um total de R$ 1,10,valor da pergunta inicial.
Mas não se desespere e tenha calma; esse tipo de erro é por culpa da pressa em acertarmos, e o cérebro é traído por ela. Essa questão matemática nos engana porque descuidadamente pensamos que o preço do café é R$ 1,00, ao invés de R$ 1,00 a mais.
De acordo como o livro “Thinking, Fast and Slow”, do psicólogo Daniel Kahneman (vencedor do Prêmio Nobel de Economia), essa mesma brincadeira foi feita em escolas americanas e a taxa de erro foi maior que 80% e, quando ela foi realizada em faculdades renomadas como Havard, MIT ou Princeton, mais de metade dos universitários erraram.
Para seu consolo: eu também errei!

sábado, 14 de setembro de 2013

A VIÚVA ALEGRE

Texto de Carlito Lima

Foi um choque emocional para Conceição receber a notícia da morte do marido. O amado Zé Peixoto lia o jornal na repartição quando sentiu-se mal, de repente gritou para os colegas:
 - Socorro! Estou com dor no peito. Estou com...
Não terminou a frase, sua cabeça pendeu, caiu de bruços por cima do birô, infarto fulminante. Deitaram Zé Peixoto no chão tentaram respiração boca-a-boca. Quando a ambulância chegou, já estava morto.
Zé Peixoto, homem formal, vida regrada, não bebia, nunca fumou, magro, parecia ter saúde de ferro. Entretanto, seu coração era fraco.
Conceição apaixonada, dizia convicta:
- Meu marido é homem sério, decente, por ele ponho a mão no fogo.
Os amigos concordavam. Apenas algumas amigas comentavam discreta;
- Conceição pode se queimar...
Zé Peixoto tinha um vício, mania, gostava de pescaria, fim de semana viajava para pescar no litoral.
O cemitério Parque das Flores estava repleto de amigos. O defunto era popular, foi candidato a vereador por cinco vezes seguidas. Na última eleição chegou a ter 231 votos.
Os amigos abraçavam, consolavam a viúva. Apenas Conceição não percebeu uma senhora desconhecida chorar além do normal, de mãos dadas com uma jovem de 13 anos. Ao aproximarem do caixão, a menina colocou um buquê de rosas no caixão, chamou o defunto de pai. Foi retirada discretamente
Dia seguinte Conceição foi procurada em sua casa por uma mulher, morena, bonita, cabelos escorridos, olhos irritados de muito choro... Ela foi enfática:
- Dona Conceição, me chamo Marina, preciso falar com a senhora, assunto de seu interesse, aliás, de nosso interesse.
A viúva, que estava abraçada à sua única filha, Rita, de 13 anos, convidou-a a sentar na sala. Marina foi direta, sem preparar a viúva:
- Dona Conceição a senhora precisa saber agora, não se pode adiar. Eu e Zé Peixoto há muitos anos éramos amantes. Tenho uma filha dele, essa que está na sala conversando com sua filha, são irmãs, coincidência, nasceram na mesma semana, diferença de cinco dias.
Conceição arregalou os olhos, desnorteada com a imprevisível notícia. Um choque, um coice no estômago. Não admitiu. Não podia acreditar. Respondeu aos gritos à Marina:
- Mentirosa, ponha-se para fora! Não manche o nome de meu marido!
A amante sem fazer barulho respondeu, com firmeza.
- A Senhora precisava saber, Zé Peixoto não era santo. Tome meu cartão, telefone-me quando se acalmar.
Levantou-se, saiu da casa levando pela mão a sua filha, que havia adorado a nova amiga, sua meia irmã.
Ainda pela manhã Sara, uma amiga solteira, bateu na porta. Conceição atendeu aos prantos se lamentando:
- Descobri tudo, toda traição! Eu era corna e não sabia...
Sara teve um choque. Tentando acalmar a amiga, falou com voz baixa humildemente. Pensando que era com ela, confessou chorando:
- Desculpe, Conceição! Agora que você descobriu, não tive culpa. Zé Peixoto era um finório na lábia. Juro que dei a primeira vez porque prometeu parar com aquelas cantadas. Mas Zé Peixoto insistiu. Peço perdão, pelo amor de Deus!
Conceição ficou boquiaberta. Atirou no que viu, acertou no que não viu. Botou Sara de casa para fora. Chorou o resto do dia, de raiva. Trancou-se durante uma semana, não atendeu aos amigos nem parentes.
Na missa de 7º dia, ela entrou na Igreja de São Pedro às 7:30 da noite escandalizando: vestido vermelho, decotado, justo, transparecendo bonitas e sensuais curvas. Chocou mais ainda quando no final da missa convidou às amigas para uma volta na balada de Maceió. A partir desse dia, Conceição se liberou: deu e dá para quem quer.
Domingo passado encontrei a viúva, toda charmosa, na Barraca Pedra Virada tomando uma cervejinha. Cumprimentou-me com alegria. Lamentei pelo finado, meu primo. Ela sorriu debochada, desabafou:
- É o primeiro defunto corno no mundo.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MUITO TESÃO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um jovem hondurenho, 22 anos, morador em Comayagua, foi internado no Hospital Escola de Tegucigalpa porque está com uma ereção que já dura 4 dias e nada de "baixar".
De acordo com o chefe de Urologia do Hospital Escola, Denis Chirinos, nos últimos três meses quatro pacientes, com idade entre 14 e 35 anos, já foram internados com o mesmo problema, que pode estar associado ao abuso de remédios para ter uma ereção prolongada. Segundo ele, muitos jovens que utilizam esse tipo de medicamento estão sofrendo de impotência sexual. Ele informou ainda que o quadro clínico do jovem é ruim.
Nos casos de ereção prolongada, é recomendada uma cirurgia para drenar o sangue acumulado, segundo alguns médicos, que advertiram sobre a possibilidade da perda do órgão. 

SEXO: EXPLICAÇÃO PARA CRIANÇAS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES




quarta-feira, 11 de setembro de 2013

LAMENTÁVEL

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

No Iêmen, Rawan, uma garotinha de apenas 8 anos morreu, em decorrência de ferimentos internos no útero, após a lua de mel com seu marido de 40 anos.
Ela tinha sido vendida ao seu marido, por seu padrasto, por cerca de US$ 3.000.  Ativistas de Direitos Humanos pedem que a família dela  e o seu marido, que não teve o nome revelado, sejam responsabilizados e punidos pela morte da garota. Há também o pedido de que os países do Oriente Médio criem leis que proíbam o casamento de menores de 18 anos.