sábado, 28 de fevereiro de 2015

MOTIVOS PARA BEBER

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Se você foi enganado, quando acreditou nas mentiras eleitoreiras de que era o PSDB que ia arrochar o brasileiro, ou é daqueles que gosta mesmo de "tomar umas e outras" e tem medo da língua do povo, segue abaixo uma relação de motivos que você pode usar para justificar a sua presença numa mesa de bar:
• Se você não beber aquela cerveja, alguém mais o fará. Será que você quer ser o responsável por embriagar outro ser humano?
• A indústria cervejeira emprega 1.7 milhões de pessoas e elas dependem do lucro da venda de cerveja para continuarem vivendo.
• Você sonhou que a sua alma gêmea irá entrar naquele bar.
• Sem o seu brilhantismo e charme, a vida dos garçons seria muito entediante.
• O garçom depende da gorjeta para alimentar os filhos. Faça sua parte, ajude uma criança a comer bem.
• O bar comprou cadeiras novas e você está empenhado em amaciá-las para os outros fregueses.
• Pode apostar que em algum lugar do mundo, hoje é dia de comemorar alguma coisa.
• O seu time foi campeão ou foi rebaixado!
• Você pegou sua mulher com o Ricardão!
• Sua mulher te pegou de braços dados com a amante!
• Este universo é infinito e vastíssimo. Você é tão insignificante e pequeno que não vale a pena estar sóbrio.
• Se você não beber, amanhã você acordará animado, cheio de energia e todo elétrico, procurando o que fazer. Cara, você NÃO é um esquilo, então porque se comportar como um?
• Você é a alegria da turma. Não vai querer deixar os seus amigos tristes, vai?
• Você tem consciência social e quer ajudar o mendigo que cata latinhas vazias a poder melhorar de vida, oferecendo a cota diária dele em apenas duas horas.
• Alguém pode aparecer no bar te procurando, para oferecer o emprego da sua vida. É melhor você estar lá.
• Você está muito stressado ultimamente e, se não beber, acabará cometendo algum ato impensável que somente sóbrios fariam.
• Se você beber, um de seus amigos terá que ficar sóbrio para dirigir e assim você evita que ele se entregue ao péssimo hábito da bebida.
• Você precisa ver se aquela garçonete nova é capaz de servir você tão rápido quanto a antiga.
• Não tem nada interessante passando na televisão (a não ser que sexo seja uma opção).
• A sua sogra veio passar alguns dias na sua casa, visitando a filha dela (sua esposa) ou quando a visita terminou e a velha foi embora!
• Você teve um sonho no qual uma garrafa de cerveja te mostrava o sentido da vida. Vá verificar se é verdade.
• Quando você for escrever sua biografia, você terá coisas interessantes para contar... Isso, se você se lembrar delas.
• Al-Qaeda proíbe o consumo de bebida. E desde quando você vai ficar levando ordens da Al-Qaeda?
• Use o existencialismo: a vida é uma tempestade de merda e a bebida é o único guarda-chuva que não é furado.
• Você não tem nada melhor pra fazer hoje (a não ser que sexo seja uma opção).
• Você pode conhecer alguma pessoa no bar que faça com que sexo seja uma opção.
• Você vai matar a curiosidade de saber como é a sensação de tomar glicose na veia de madrugada num posto de saúde.
• Quando seus colegas perguntarem na segunda-feira o que você fez no fim de semana, você precisa ter algo para contar que comece com a frase “Cara, nem te conto, foi sinistro, fui num barzinho...”
• Lembra-se daquele seu sonho de infância de encontrar uma herdeira de uma cervejaria milionária e passar o resto da vida passeando pelo mundo e curtindo a vida? Você acha que isso vai acontecer sentado dentro de casa assistindo novela na sala?

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O MERCADO DE AÇÕES

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Certa vez, em um pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que queria comprar burros e que pagaria R$ 100,00 por cada animal.
Como havia muitos burros na região, os aldeões rapidamente correram para o campo e iniciaram a caçada aos animais. Como resultado, o homem comprou centenas de burros a R$ 100,00 cada unidade.
Mas, diante da grande demanda de compra, o número de burros começou a ficar reduzido e os aldeões tinham que se esforçar muito para encontrá-los, diminuindo o número de animais vendidos. Assim, para voltar a comprar burros, o homem aumentou a sua oferta e anunciou que pagaria R$ 200,00 por cada um. Os aldeões foram novamente à caça e com muita dificuldade encontraram alguns animais, desestimulando os aldeões a procura-los. O homem aumentou a sua oferta para R$ 300,00, mas mesmo assim, a quantidade de burros era tão pequena que já não havia mais interesse dos aldeões em caçá-los. O homem, então, anunciou que compraria cada burro por R$ 500,00 e como iria à cidade grande, deixaria seu assistente, cuidando da compra dos burros.
Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões:
- Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vender todos eles a vocês por R$ 300,00 cada. Assim, quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$ 500,00 que ele oferece e ganham uma boa bolada.
Os aldeões pegaram suas economias e compraram de volta todos os burros que tinham vendido ao homem...
Os dias se passaram e o homem não voltou...
Os aldeões nunca mais viram nem o homem e nem o seu assistente; somente burros, por todos os lados.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

SEGREDO JURAMENTADO

Texto de Carlito Lima

“Recordando essas coisas tão boas, sou feliz, não me sinto tão só; toda gente que sai de Alagoas, o coração deixa em Maceió”.
Feito a canção do mineiro, aconteceu com o catarinense Fagundes. Voltou depois de mais de 40 anos. Fui visitá-lo no hotel, hospedado com a esposa e três netos, veio rever a inesquecível cidade, deixou o coração em Maceió. Passamos a tarde tomando cerveja embaixo dos coqueirais. Recordamos bons tempos, boas histórias dos anos dourados.
Fagundes chegou em Alagoas final dos anos 60, gerente de um forte banco. Alto, louro, educado, bom moço, fez sucesso com as meninas da cidade. Em Santa Catarina jogava voleibol por um clube, facilitou ser convidado para equipe do CRB. Solteiro, morava no Hotel Atlântico na Avenida da Paz, perto do centro e da boemia de Jaraguá.
A hospitalidade dos alagoanos deixou Fagundes à vontade. Entrosou-se com os viventes da cidade. Simpático, envolvente, logo conhecia as figuras carimbadas. Naquela época empréstimo financeiro negociava-se nas poltronas com gerente de bancos. Fagundes era convidado para aniversários, casamentos, assíduo frequentador do Zinga-Bar de Riacho Doce, e dos cabarés. Apaixonou-se pelo litoral nordestino, embora Santa Catarina seja bem aquinhoada de belas praias, encantou-lhe os coqueirais embelezando as praias. Fagundes trabalhou três anos em Maceió, divertiu-se, fez muitos amigos, um dia teve que seguir destino.
Dois de seus amigos alagoanos ficaram no coração e na memória do catarinense: Betão jornalista famoso e Eduardo assessor de um conhecido deputado. Boêmios da melhor qualidade, gostaram do "Catarina", convidavam para festas de fim-de-semana. Os dois eram casados, entretanto, viviam como solteiros fossem.
Certa noite de sexta-feira levaram Fagundes ao aniversário de Benedito Bentes, conhecido empresário, homem de sociedade, esportista, cogitado várias vezes ao governo do Estado, enfim um dos grandes alagoanos da época. A casa de Benedito Bentes ficava no início da Avenida Fernandes Lima. Casa solta, avarandada, um belo jardim, quintal enorme, onde nós jogávamos bola. Bentes, festeiro inveterado, gostava de receber amigos, artistas. O dia de seu aniversário tornou-se tradição, não precisava convite, os amigos levavam mais convidados. Benedito Bentes morreu cedo, 56 anos, tornou-se figura lendária, hoje é nome de bairro em Maceió.
Fagundes, adorando a festa, muitos amigos, muitos clientes do banco, divertindo-se naquele animado aniversário. Quase ao término da festa, Betão e Eduardo convidaram o amigo, estavam saindo para outro aniversário, no mesmo dia, outro Benedito, o Benedito Alves dos Santos, o popular Mossoró, dono da noite de Maceió. Ao chegarem na Boate Areia Branca, os três foram recebidos pelo aniversariante em uma vasta mesa com amigos e belas damas.
Betão e Eduardo, irreverentes boêmios, foram catando as melhores meninas desacompanhadas, quando completaram quatro raparigas puro sangue, Betão pediu a Mossoró um apartamento para os amigos e as meninas. Estavam a fim de um "menàge à sept" para mostrar ao catarinense o vigor sexual dos alagoanos. Mossoró devia um grande favor a Betão, certa vez ele escreveu uma matéria defendendo a permanência da boate do Mossoró, contribuiu para o cabaré continuar aberto.
Em pouco tempo apareceu Roberto, filho do Mossoró, o apartamento estava pronto. Era o de uso particular do proprietário, onde ele dormia nas noites que não voltava para casa da Ponta Verde.
Fagundes ficou nervoso, tímido para esses arroubos sexuais, jamais havia participado de uma suruba. Quando de repente na maior algazarra entraram no apartamento especial, uma dama veio lhe fazer carinho, empurrou-o na cama. Ele constrangido, nunca tinha visto aquelas cenas dantesca, pernas se cruzando. Quase uma hora de agonia, não conseguiu. No final os amigos consolaram, a brochada era natural, etc...
Na volta, dentro do carro, Fagundes pediu segredo a Eduardo e Betão, a história do incidente ficasse entre eles, se os amigos soubessem iriam gozá-lo durante muito tempo. Os dois juramentaram segredo. Por eles jamais saberiam.
Na segunda-feira pela manhã ao entrar no banco, Fagundes sentiu alguns olhares irônicos dos funcionários, risinhos e sorrisos abertos dos amigos, por mais de uma hora, ele desconfiou, havia alguma coisa no ar. Até que um colega mais íntimo contou, a notícia se espalhou pela manhã, todos sabiam da pifada de Fagundes na Boate Areia Branca. Já no domingo a notícia corria pelos bares, pelas barracas, pela praia, pelos clubes; toda cidade sabia: Fagundes, o gerente do Banco, brochou.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

FILOSOFANDO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

• Um relacionamento é baseado em dois atributos: beleza e paciência. Se der certo, beleza; se não der, paciência.
• Se você não tem coragem de falar sobre sexo com seu filho, leve-o a um baile funk, que ele vai aprender tudinho!
• Mulher que escolhe homem pelo bolso, não pode reclamar quando é tratada como mercadoria.
• O homem que escolhe a mulher pela bunda, não pode reclamar quando tem um relacionamento de merda!
• Não mande alguém “ir se foder”, mande “ir se apaixonar”. É mais educado e significa a mesma coisa.
• O homem mais importante na vida de uma mulher não é o primeiro, mas sim aquele que não deixa existir o próximo.
• Se alguém se afastar de você não fique triste: pode ser a resposta da oração: "Livrai-nos do mal, amém!"
• Mesmo que o Lula perca a voz e aprenda a linguagem dos sinais, continuará falando errado, pois lhe falta um dedo.
• Eu era lindo e vivia rodeado de mulheres, mas tive que vender a minha Ferrari.
• Ir a uma churrascaria e pedir salada é o mesmo que ir ao prostíbulo e pedir um abraço.
• A justiça é cega, mas a injustiça todo mundo vê.
• Toda vez que ouço minha voz gravada (num vídeo, por exemplo), eu sinto uma vontade enorme de pedir desculpas a todos aqueles com quem eu já falei…
• Em dia de trabalho, qualquer arranhão vira fratura exposta.
• Calça legging é igual a caldo Knnor: deixa qualquer galinha gostosa.
• A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa.
• O café excessivamente quente, em copo plástico, reduz em 2/3 a potência sexual do homem: primeiro queima os dedos, depois a língua.
• "O caminho para encontrar a paz interior é terminar todas as coisas que você começou". Eu olhei ao meu redor para ver todas as coisas que eu tinha começado e não tinha acabado. Então, hoje eu terminei com uma garrafa de vodka, 2 garrafas de vinho tinto, uma garrafa de Jack Daniel's, uma caixinha de chocolate, e uma caixa de cerveja. Você não imagina quão bem eu me senti... Tente você também!
• Qual é a principal diferença entre Frustração e Desespero? Frustração é quando você, pela primeira vez, não consegue dar a segunda; Desespero é quando, pela segunda vez, você não consegue nem dar a primeira!
• As mulheres são como o vinho: com o passar dos anos, umas se tornam ainda mais doces; outras, azedam. As que azedam, é por falta de "rolha".
• Começo a pensar que me pareço com Deus. É sério! Toda vez que ligo a webcam para alguma menina, vejo um ar de espanto em seus olhos, elas exclamam “Meu Deus!” e depois desligam.
• Devo tanto que se chamar a minha mulher de "meu bem", o banco vem e toma...
• O passado da mulher é igual a cozinha de restaurante: é melhor você não conhecer porque senão você não come.
• Não se ache horrível pela manhã; acorde ao meio-dia.
• Não beba dirigindo, você pode derruba a cerveja.
• Em dia de tempestade e trovoadas, o lugar mais seguro é ficar perto da sua sogra: não há raio que a parta!
• Pensei muito e fiquei fortemente decidido a esquecer de completamente o passado, Então, se eu lhe devo algum dinheiro, eu sinto muito.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

TODO CUIDADO É POUCO

Texto de Luiz F Veríssimo 

Outro dia estava no mercado, quando vi, no corredor, um amigo da época da escola, que não encontrava há séculos.
Feliz com o reencontro, me aproximei, já falando alto:
- Oswaldo, sua bichona, quanto tempo!
E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo... Percebi que o Oswaldo me reconheceu, mas, antes mesmo que pudesse chegar perto dele, só vi o meu braço sendo algemado.
- Você vai pra delegacia! – Disse o policial que costuma frequentar o mercado.
Eu sem entender nada perguntei:
- Mas o que é que eu fiz?
- Homofobia! Bichona é pejorativo; o correto seria chamá-lo de "grande homossexual".
Nessa hora, antes mesmo de eu me defender, o Oswaldo interferiu tentando argumentar:
- Que isso, doutor? O “Quatro-olhos” aí é meu amigo antigo de escola; a gente se chama assim na camaradagem mesmo!
- Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
- Isso, doutor, é coisa de criança!
E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Oswaldo:
- Então você tá detido também.
Aí foi minha vez de intervir:
- Mas meu Deus, o que foi que ele fez?
- Bullying! Te chamando de “Quatro-olhos” , por vários anos, durante a escola.
Oswaldo então se desesperou:
- Que é isso, seu policial? A gente é amigo de infância! Tem amigo que eu não perdi o contato até hoje. Vim aqui, comprar umas carnes prum churrasco, com outro camarada que pode confirmar tudo!
E nessa hora eu vi o Jairzinho “Pé-de-pato” chegando perto da gente, com 2 quilos de alcatra na mão. Eu, já vendo o circo armado, nem mencionei o “Pé-de-pato” pra não piorar as coisas. Mas ele, sem entender nada, ao ver o Oswaldo algemado, já chegou falando:
- O que é isso, "Negão"? O que é que tu aprontou aí?
E aí não teve jeito, fomos, os três, parar na delegacia e hoje estamos respondendo processo por Homofobia, Bullyng e Racismo!
MORAL DA HISTÓRIA:
Nos dias de hoje, é um perigo encontrar velhos amigos!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

CARTAS NA MESA

Texto de Aloisio Guimarães

Uma das versões da origem do baralho diz que ele foi inventado pelo pintor francês Jacquemin Gringonneur, obedecendo a uma ordem do rei Carlos VI de França, que idealizou os naipes do baralho como forma de representar as divisões sociais da França: o Clero (Copas), a Burguesia (Ouro), os Militares (Espada) e os Camponeses (Paus).
O baralho mais usado nos países de língua portuguesa possui 52 cartas, distribuídas em 4 naipes e em 13 valores diferentes: um Ás (representado pela letra A); todos os números de 2 a 10; e três figuras: o Valete, marcado com a letra J (do inglês Jack); a Dama ou Rainha, marcada com a letra Q (de Queen) e o Rei, marcado pela letra K (de King).
Ao Ás, geralmente é atribuído o valor 1 e às figuras são dados, respectivamente, os valores de 11, 12 e 13. Mas, em determinados jogos, o Ás é a carta de maior valor.
Dependendo do jogo e da definição dos participantes, muitos jogos usam duas cartas a mais, com a figura do Coringa, representado pelo Bufão da Corte (Palhaço), que não tem naipe e por isso pode representar qualquer carta.
A primeira versão do baralho tinha 78 cartas. Tempos depois é que atribuíram significados a cada uma das cartas, sendo que as figuras seriam personalidades históricas e bíblicas:
• NAIPE DE COPAS ()
Rei: Júlio César, que simboliza as legiões romanas.
Dama: Judite, personagem bíblica.
Valete: La Hire, cavaleiro que lutou com Joana D’Arc
• NAIPE DE OURO ()
Rei: o rei Carlos Magno.
Dama: Raquel, filha do profeta Abraão.
Valete: sir Heitor, membro da Távola Redonda.
• NAIPE DE ESPADA ()
Rei: o rei israelita Davi.
Dama: a deusa grega Atena.
Valete: Hogier, primo de Carlos Magno.
• NAIPE DE PAUS ()
Rei: o rei Alexandre, o Grande.
Dama: Elizabeth I, rainha da Inglaterra.
Valete: sir Lancelot.
Dentre os jogos de cartas mais conhecidos no Brasil estão: Pôquer, Black Jack, Paciência, Buraco (Canastra ou Biriba), Bridge, Pif-Paf (Relancinho) e Truco.
Agora, você já sabe as cartas que tem nas mãos...
 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

CONSELHO CHINÊS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Há apenas duas coisas com que você deve se preocupar: se você está bem ou se está doente.
Se você está bem, não há nada com que se preocupar.
Se você estiver doente, há duas coisas com que se preocupar: se você vai se curar ou se vai morrer.
Se você vai se curar, não há nada com que se preocupar.
Se você vai morrer, há duas coisas com que se preocupar: se você vai para o céu ou para o inferno.
Se você vai para o céu, não há nada com que se preocupar.
Agora, se você vai para o inferno, é porque merecia. Neste caso, estará tão ocupado em cumprimentar velhos amigos que nem terá tempo de se preocupar.
Então, para que se preocupar?

sábado, 21 de fevereiro de 2015

CURSO INTENSIVO DE ECONOMIA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Contam que, certa vez, um viajante chegou em uma cidadezinha do interior e foi direto para o pequeno e único hotel do lugarejo. Na recepção, ele entregou duas notas de R$ 100,00 ao recepcionista e pediu para ver um dos quartos.
Enquanto o viajante inspecionava os quartos, o gerente do hotel saiu correndo, com as duas notas de R$ 100,00 nas mãos, e foi até o açougue, pagar uma dívida de R$ 200,00 que o hotel tinha com o açougueiro.
Tão logo pegou o dinheiro, o açougueiro fechou o seu estabelecimento e disparou até o criador de porcos, a quem devia, coincidentemente, R$ 200,00 pelo fornecimento de carnes para o restaurante do hotel, e quita a sua dívida.
De posse do dinheiro, o criador de porcos, por sua vez, foi até o veterinário para liquidar uma dívida de R$ 200,00, referente a exames realizados nos seus animais.
Assim que colocou a mão na grana, o veterinário, um raparigueiro de marca maior, se dirigiu até a zona da cidade, para saldar a sua dívida com uma prostituta, que o ameaçava de contar, para a mulher dele, tudo sobre as "noitadas  calientes" que os dois passavam juntos. Também, coincidentemente, a sua dívida era de R$ 200,00.
Por fim, recebido o dinheiro, a prostituta caminhou até o hotel, lugar onde levava os seus clientes para os seus encontros de "trabalho", e pagou a sua dívida pelo uso das acomodações, no valor exato de R$ 200,00. Ela avisou ao gerente que estava pagando a conta e colocou as duas notas de R$ 100,00 em cima do balcão e saiu do local.
Nesse momento, o viajante retorna dos quartos, diz ao gerente do hotel que não gostou das acomodações, pegou as duas notas de R$ 100,00 de volta, agradeceu a atenção e saiu do hotel.
Amigo, veja que coisa interessante: ninguém ganhou e nem gastou nenhum centavo! Mas, agora, todos estão sem dívidas, com o crédito restaurado e com otimismo no futuro!
Moral da História:
NÃO QUEIRA ENTENDER ECONOMIA...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A DAMA DE AMARELO

Texto de Carlito Lima

Ao receber a herança do pai, Nivaldo comprou três apartamentos pequenos, mobiliou-os apostando no aluguel por temporada, afinal o turismo é uma das vocações econômicas das Alagoas. No verão ele descola dinheiro extra. Por conta desses aluguéis, depois da semana santa, faz uma viagem com sua amada esposa, Margarida. Nivaldo fez amizades com turistas de todo Brasil, até estrangeiros estão em sua agenda. Tem muito trabalho administrar roupa de cama, equipamentos domésticos, etc... “Vale a pena”, diz Nivaldo.
Nesse verão ele recebeu um telefonema, uma senhora solicitando detalhes do apartamento, aluguel de 20 dias, também pediu alguns dados sobre o proprietário. Ele estranhou esse interesse, entretanto, não de fez de rogado, deu detalhes, 50 anos, casado, engenheiro. A senhora desejou olhar o apartamento, marcaram às cinco da tarde, em frente à Sorveteria Bali na praia de Pajuçara. Para reconhecê-la iria de vestido amarelo.
No local e hora combinados, Nivaldo parou o carro, a senhora aproximou-se, ele abriu a porta dianteira. Com classe de mulher bem vivida, a dama de amarelo sentou-se, cumprimentou-o com um belo sorriso, Giselle seu nome. Ele encantou-se com a beleza da mulher, idade indefinida entre 35 e 40 anos, sentiu o cheiro suave e sensual de Fleur de Rocaille, seu perfume predileto, respirou fundo, deu partida no carro.
Ao dirigir-se ao edifício na praia de Jatiúca foram conversando amenidades. Ela baiana, morava em Maceió, queria o apartamento para um parente em visita à cidade. Nivaldo empolgado, em rápida olhada percebeu as belas pernas grossas da madame. Ao estacionar o carro, ela desceu como uma princesa, ficou parada, olhou o prédio, balançou a cabeça como aprovação. Tomaram o elevador, deu um fervor nas veias do nosso amigo ao notar a generosidade do decote da madame. Ele sugeriu ver primeiro a cobertura comum ao prédio, onde fica a piscina, o lazer. Giselle se encantou com a vista do mar azulado da Jatiúca, percorreram o bar, restaurante. Nessa altura o bom humor e a beleza da madame tinham conquistado a simpatia do nosso herói.
Afinal, foram ao 5º andar, entraram no apartamento, quarto e sala, cama de casal, geladeira, as mobílias e utensílios foram mostrados, ela se abaixou olhando as gavetas e mostrando mais o que tinha por baixo do decote, Nivaldo estava quase subindo às paredes. Depois de olhar os detalhes, Giselle sentou-se na cama, bateu no colchão, convidou Nivaldo sentar-se a seu lado. Giselle perguntou o preço de 20 dias. R$ 3.000,00 respondeu. Fecharam o negócio por R$ 2.500,00, avisaria seu parente para efetuar o pagamento. Olhou nos olhos do nosso amigo, apertou sua mão, levantou-se, pediu licença para ir ao banheiro. Nivaldo sentiu-se aliviado. De repente ouviu abrir a porta, ao olhar teve uma emoção inesperada, seus testosteronas se agitaram, o sangue ferveu nas veias. Giselle, simplesmente linda, estava apenas de calcinha amarela, corpo esguio, ancas largas, falsa magra, cabelos louros escorridos. Sorriu estirando-lhes os braços:
- Que tal?
Nivaldo levantou-se, aproximou-se, abraçou-a devagar, beijou-lhe a testa, o nariz, a boca carnuda, molhada, enquanto ela abria seu cinturão. Nivaldo nunca pensou na vida que existissem tudo que fizeram naquela tarde.
A madame, deitada, fumava um cigarrinho, olhava o teto, abriu o jogo, contou sua história. Usava proprietários e corretores de imóveis para essa aventura semanal, na verdade não queria alugar o apartamento. Ela tinha necessidade, compulsão pelo sexo, ninfomaníaca. Casada, seu marido, bem mais velho, sabia de suas traquinagens, pedia apenas que ela não repetisse a mesma pessoa, não se apegasse. Como a dama de amarelo gostou de fazer amor com Nivaldo, sugeriu encontrar-se com ele mais três vezes, no máximo, depois tudo acabado. Saíram mais três vezes. Não podiam ter laços afetivos, assim foi acertado.
A dama de amarelo continua satisfazendo sua compulsão sexual, toda semana se veste de amarelo em busca de novas aventuras, escolhe a vítima pelos anúncios dos classificados. A história da dama já se espalhou na cidade, tem corretor gastando uma fortuna em anúncios, na esperança de ser a bola da vez. Nivaldo agora é só lembrança, saudades das quatro tardes de amor com a dama de amarelo.