quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O AÇÚCAR

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Certo dia, a professora perguntou às crianças quem saberia explicar quem é Deus. Uma das crianças, chamada Arthur, levantou o braço e disse:
- Deus é o nosso pai, fez a terra, o mar e tudo que está nela e Ele nos fez como filhos Dele.
A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:
- Como você sabe que Deus existe, se nunca o viu?
A sala ficou toda em silêncio...
Arthur que é um menino muito inteligente, levantou a sua mão e disse:
- A minha mãe e meu pai me disseram que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs. Eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se eles tiram, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no nosso meio, só que não o vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica sem sabor algum.
A professora sorriu, e disse:
- Muito bem Arthur, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e está todos os dias adoçando a nossa vida!
Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquele menino muito esperto.
PARA REFLETIR:
A Sabedoria não está só no Conhecimento, mas na vivência de nosso Criador em nossa vida, pois teorias existem muitas, mas doçura como a de Deus não existe ainda e nem existirá nos melhores açúcares. Portanto, não esqueça de colocar "Açúcar" em sua vida, hoje e sempre!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

DITADOS: CORREÇÕES E EXPLICAÇÕES

Texto de Aloisio Guimarães

São tantos os ditados que falamos no nosso cotidiano sem que saibamos a origem de alguns deles. Após pesquisa em sites e blogs, apresento-lhes a origem de alguns porque é impossível (e cansativo) tentar explicar todos.
Vejam:
Batatinha, quando nasce, esparrama pelo chão...
O correto seria: Batatinha, quando nasce, espalha a rama pelo chão...
Quem não tem cão, caça com gato.
O correto seria: Quem não tem cão, caça como gato! (Caça sozinho)
Cor de burro, quando foge.
O correto seria: Corro de burro, quando foge!  (Burro bravo)
Quem tem boca, vai a Roma.
O correto seria: Quem tem boca, vaia Roma! (Roma era o Poder)
É a cara do pai, escarrado e cuspido!
O correto seria: É a cara do pai, em Carrara esculpido! (Carrara é um local da Itália de onde se extrai belo mármore, que ganhou o seu nome).
Onde Judas perdeu as botas.
Depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão de culpa, vindo a se suicidar, enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas e os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo, os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa e não sabemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos, tornando-se sinônimo de um lugar longe, distante, inacessível.
Lágrimas de crocodilos.
O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima. Logo, “Lágrimas de crocodilos” é uma expressão usada para se referir ao choro fingido.
Nhenhenhém.
"Nheë", em tupi, quer dizer "falar". Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os índios não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "Nhen-nhen-nhem". Assim sendo, a expressão significa conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona, resmungona, rezinga...
Pensando na morte da bezerra.
Esta é bíblica. Num altar, o bezerro era adorado pelos hebreus e era sacrificado para Deus. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Porém, foi em vão. A bezerra foi oferecida aos céus. Com isso, o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar pensando na morte da bezerra. Consta que meses depois veio a falecer. Portanto, “Pensar na morte da bezerra” é estar distante, pensativo e alheio a tudo.
O canto do cisne.
Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. Portanto, a expressão “Canto do Cisne” representa as últimas realizações de alguém.
O pior cego é aquele que não quer ver.
Em 1647, em Nimes, França, o Dr. Vicent de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que, assim que passou a enxergar, ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver. Portanto, a expressão diz respeito à pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente; que se nega a ver a verdade.
Andar à toa.
Toa” é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Portanto, “Andar à toa”, é o mesmo que andar despreocupado, sem destino, passando o tempo.
Estômago de avestruz.
Define aquele que come de tudo. O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver até metais.
A ver navios.
Sebastião, Rei de Portugal (sec. XVI), desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir, no Marrocos. Provavelmente morreu, mas seu corpo nunca foi encontrado. O povo português se recusava a acreditar na morte do seu jovem e querido monarca. Era muito comum as pessoas subirem ao Alto de Santa Catarina, em Lisboa, na esperança de ver o Rei regressando à Pátria. Como ele não regressou, o povo ficou a ver navios.
Casa de Mãe Joana.
Na época Império, durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a expressão “Casa da Mãe Joana” ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
Feito nas coxas...
As primeiras telhas do Brasil eram feitas de argila moldada nas coxas dos escravos. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam desiguais. Daí a expressão “Feito nas coxas”, ou seja, feito de qualquer jeito.
Santo do pau oco.
Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos, ocas por dentro. O santo era "recheado" com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.
Estar de paquete.
Paquete é um das denominações de navio. A partir de 1810, chegava, mensalmente e no mesmo dia, um paquete inglês no Rio de Janeiro. No navio, a bandeira vermelha da Inglaterra tremulava. Daí logo se vulgarizou a expressão sobre o ciclo menstrual das mulheres. Então, “A mulher que está de Paquete”, está menstruada. A expressão é usada mais no sul e sudeste do Brasil
Estar de boi.
É uma expressão típica do nordestino que também se refere à menstruação da mulher. A origem da expressão, pelo que tudo indica, é uma referência ao sangue do boi, que jorra da sua garganta, quando a cortam, no matadouro. Assim, "A mulher que está de boi”, está sangrando, menstruada.
Voto de Minerva.
Na Mitologia Grega, Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado de tê-la assassinato. No julgamento, ocorreu empate entre os jurados e coube a Minerva, Deusa da Sabedoria, o voto desempate. O réu foi absolvido e a expressão "Voto de Minerva" passou a significar, logo, o voto decisivo.
Tirar o cavalo da chuva.
Antigamente não existia carro e o cavalo era o principal meio de transporte. Quando alguém ia fazer alguma visita, amarrava o seu cavalo em frente à casa do visitado. Acontece que muitas vezes a conversa se alongava e o visitante era aconselhado a “tirar o cavalo da chuva”, para minimizar o sofrimento do animal com a demora da visita. Logo, com o passar do tempo, a expressão “Tirar o cavalo da chuva” passou a significar desistir de algo ou perder as esperanças porque o que se deseja não vai acontecer ou vai demorar demais.
Cair no Conto do Vigário.
Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única e mesma imagem de determinada santa. Para decidir qual das duas igrejas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A igreja escolhida pelo burro ficaria com a santa. O burro caminhou direto para uma delas, que ficou com a santa. Mais tarde, descobriram que o vigário da igreja ganhadora havia treinado o burrico, enganando ao outro padre. Assim, “Conto do Vigário” passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
Boi de piranha.
Quando havia a necessidade de uma boiada atravessar um rio cheio de piranhas, o fazendeiro escolhia o boi mais fraco ou doente e fazia-o atravessar o rio em primeiro lugar. Assim, enquanto as piranhas devoravam o pobre animal, o resto da boiada passava intacto. Assim, “Escolher alguém como boi de piranha” é escolher um pobre coitado para levar a culpa, sozinho, de algum delito cometido por um grupo.
Calcanhar de Aquiles.
A mãe de Aquiles, Tétis, querendo tornar seu filho invulnerável, mergulhou-o num lago mágico, segurando o filho pelos calcanhares. Durante a Guerra de Tróia, Páris feriu Aquiles no seu calcanhar, justamente o único ponto onde não foi mergulhado no lago, provocando a sua morte. Portanto, “Calcanhar de Aquiles” passou a ser sinônimo de ponto fraco ou vulnerável de um indivíduo.
Não entendo patavina nenhuma.
Os portugueses tinham enorme dificuldade em entender o que falavam os frades italianos Patavinos, originários de Pádua, ou Padova. Daí que, “Não entender patavina”, significa não entender nada.
De mãos abanando.
Os imigrantes, no século passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de mãos abanando, davam um indicativo de que não vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto, “De mãos abanando” é não carregar nada, não trazer nada. As pessoas que fiquem satisfeitas apenas com a presença do individuo.
Dourar a pílula.
Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto do remedinho. Por este motivo, a expressão “Dourar a pílula” significa melhorar a aparência de algo ruim.
Vá reclamar ao Bispo!
No tempo do Brasil colônia, por causa da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento, única maneira do noivo verificar se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atrás do fujão.
Sem eira nem beira.
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. “Sem eira nem beira”, portanto, significa que a pessoa é pobre e não tem sustentáculo no raciocínio.
Tem boi na linha.
Quando construíram as primeiras estradas de ferro, os engenheiros acharam que não era necessário cercar as propriedades ao longo da ferrovia. Resultado: os animais pastavam livremente, inclusive na vegetação entre os dormentes, fazendo com que os trens parassem a todo o momento, para os empregados retirarem os animais. Portanto, quando “Tem boi na linha”, significa dizer que existe algum empecilho naquilo que vamos ou iremos fazer.
Será o Benedito?
Nos anos 30, o presidente Getúlio Vargas, após meses de análises, não decidia quem seria nomeado por ele o governador do estado de Minas Gerais. A demora gerou expectativa entre os inimigos políticos de um dos candidatos ao cargo, Benedito Valadares. Não demorou muito e a pergunta mais comum entre eles era: Será o Benedito interventor de Minas Gerais?  Assim, a expressão “Será o Benedito?”, passou a ser sinônimo de algo ou de uma situação inesperados ou indesejáveis.
A vaca foi pro brejo!
No período de seca, os animais costuma sair em busca de água. Acontece que muitas vacas terminavam ficando presas em áreas no lodo de áreas pantanosas. Muitas delas morreram, causando prejuízo aos fazendeiros, porque não conseguiam sair do atoleiro em que se metiam. Assim “A vaca ir pro brejo”, significa prejuízo ou uma situação irreversível de perda.
Salvo pelo gongo.
Antigamente, na Inglaterra, não havia espaço para enterrar todos os mortos. Então, depois de determinado tempo, os caixões eram abertos, os ossos tirados e os túmulos eram reutilizados. Mas, algumas às vezes, ao abrir os caixões, os coveiros percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo (catalepsia – muito comum na época). Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Desse modo, ele seria “salvo pelo gongo”.
Pagar o pato.
Num antigo jogo praticado em Portugal, amarrava-se um pato a um poste e o jogador (em um cavalo) deveria passar rapidamente e arrancá-lo de uma só vez do poste. Quem perdia era que pagava pelo animal sacrificado. Assim, “Pagar o pato” é responder por algo que não fez ou não levou.
Por hoje, chega!
 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

POR QUE OS CÃES VIVEM MENOS?

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Por que os cães vivem menos que as pessoas? Aqui está a resposta, dada por uma criança de apenas seis anos:
Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão irlandês de 13 anos de idade chamado Belker. Ron, sua esposa Lisa e seu pequeno Shane, eram muito ligados a Belker e esperavam por um milagre.
Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu disse à família que não poderia fazer nada por Belker, e me ofereci para realizar o procedimento de eutanásia em sua casa.
No dia seguinte, eu senti a sensação familiar na minha garganta quando Belker foi cercado pela família. Shane parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Belker caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.
O garotinho parecia aceitar a transição de Belker sem dificuldade. Sentamo-nos por um momento nos perguntando por que do infeliz fato de que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos.
Shane, que tinha estado escutando atentamente, disse:
- Eu sei porquê.
O que ele disse depois me espantou. Eu nunca tinha escutado uma explicação mais reconfortante do que essa. Este momento mudou minha maneira de ver a vida. Ele disse:
- A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós.
O moral da história é que, se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:
· Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los.
· Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear.
· Permita que a experiência do ar fresco e do vento, na sua cara, seja de puro êxtase.
· Tire cochilos.
· Alongue-se antes de se levantar.
· Corra, salte e brinque diariamente.
· Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem.
· Evite "morder" quando apenas um "rosnado" seria suficiente.
· Em dias quentes, deite-se de costas sobre a grama.
· Em um clima muito quente, beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore frondosa.
· Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.
· Delicie-se com a simples alegria de uma longa caminhada.
· Seja fiel.
· Nunca pretenda ser algo que não é.
· Se o que você quer, está "enterrado", cave até encontrar.
E nunca se esqueça: Quando alguém tiver um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que está aí...
Este é o segredo da felicidade que os cães todos os dias nos ensinam.

domingo, 27 de setembro de 2015

BRAZIL... ZIL... ZIL

Texto de Luiz Ferreira da Silva  
  ENGENHEIRO AGRÔNOMO E ESCRITOR

Sexo, Drogas e Rock and Roll. Os americanos são um exemplo de capitalismo nota dez. Eles bolam as coisas mais estapafúrdias e faz o mundo inteiro comprar e aplaudir. Se eles jogassem bola faturariam adoidado com o Futebol e ninguém ganharia para eles. Praticam um tal Futebol Americano que rende mais que a FIFA. Eles chegaram ao cúmulo de inventar uma bebida. O mundo todo tomando suco de frutas e aparece uma coca cola inventada. Alguém já viu um pé de Coca-Cola? De manga, cajá, etc.; sim! E o Hambúrguer?
O americano inventa e os “macaquitos” absorvem, como nós brasileiros. O Rock and Roll é uma dessas invenções associada a tudo que não presta em matéria de vícios e péssima música ao gosto dos Otorrinos. Aí, juventude brasileira embarcou na tríade, como COLONIZADOS que somos.
Rock in Rio. E não temos o nosso Samba in Rio ou Brasil. O samba para exportar e fazer o mundo dançar Cartola, Ary Barroso, Dona Ivone Lara, Martinho, Lupicínio, Jobim, Ataulfo Alves e tantos mais. Um festival internacional com temas discursivos para os Universitários e para a juventude reverenciar as raízes da música brasileira. Os Argentinos fazem isso com o Tango. Presentemente está sendo realizado O Festival Internacional do Tango em La Boca. Mas não pensem que os americanos se babam por rock. Eles sabem dar valor aos seus grandes músicos e cantores. Meses atrás promoveram os 100 anos da Cantora Bill Holiday, rainha do Jazz, já falecida. E aqui, Maceió fez uma exposição dos Beatles. Nunca se fizera do Chico Alves, da Dalva de Oliveira...
Em síntese, como sempre diz o "letrado" Tiririca:
- UM BANDO DE ABESTADOS!

sábado, 26 de setembro de 2015

A CANETA DE DEUS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

A mulher deu um pulo assim que viu o cirurgião a sair da sala de operações e perguntou:
- Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom? Quando é que eu posso vê-lo?
O cirurgião respondeu:
- Sinto muito. Fizemos tudo, mas o seu filho não resistiu.
Sally perguntou:
- Porque razão é que as crianças pequenas têm câncer? Será que Deus não se preocupa? Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?
O cirurgião perguntou:
- Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.
Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
- Quer um cachinho dele? - perguntou a enfermeira.
Sally abanou a cabeça afirmativamente. A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.
- Foi ideia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa, disse Sally. No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu “Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe”.
Ela continuou:
- O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre pensando nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.
Depois de ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do Hospital Children's Mercy pela última vez. Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil. Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia. Levou o saco com as coisas de Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho. Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exatamente nos locais onde ele sempre os teve. Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta. A carta dizia:
“Querida Mãe,
Sei que vai ter muitas saudades minhas; mas não pense que vou esquecer de você, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer "Te amo". Eu vou sempre te amar cada vez mais, Mãe, a cada dia que passe. Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiser adotar um menino para não ficar tão sozinha, por mim está bem. Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferir uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, garotos, gostamos. Vai ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, você sabe. Não fique triste pensando em mim. Este lugar é mesmo fantástico! Os avós vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo. Os Anjos são mesmo lindos! Adoro vê-los a voar! E sabe de uma coisa? Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando O vi, O tenha conhecido logo. Ele levou-me a visitar Deus! E sabe de uma coisa? Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever esta carta, para te dizer adeus e tudo mais. Mas eu já sabia que não era permitido. Mas sabe de uma coisa, mãe? Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder te escrever esta carta. Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta. Deus disse para eu responder a uma das perguntas que você Lhe fez, "Aonde estava Ele quando eu mais precisava?"  Deus disse que estava no mesmo lugar, tal e qual, quando o filho dele, Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele. Mãe, só você é que consegue ver o que eu escrevi, mais ninguém. As outras pessoas veem este papel em branco. É mesmo maravilhoso não é!? Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida. Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus. Tenho a certeza que a comida vai ser boa. Estava quase esquecendo: já não tenho dores, o câncer já foi embora. Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim. Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar. O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que acha disto?
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de mim”.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

DESEJO...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Que você consiga uma casa maior, mas que quase todos os cômodos fiquem vazios por sua família estar unida ao redor de uma única mesa.
Que você compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto você caminha de mãos dadas por um parque.
Que você realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permaneça desligada durante o jantar, para que você possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua família.
Que sua conta bancária esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que você tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algodão doce e saboreá-lo sujando os dedos.
Que você tenha um excelente plano de saúde, mas que se esqueça que ele existe por não precisar usá-lo.
Que você jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.
Que sua internet trafegue em altíssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas árvores, onde você possa ouvir os pássaros cantarem.
Que você tenha um smartphone de última geração, mas que não precise usá-lo para dizer às pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas são especiais.
Que você tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafunés do que para mandar e-mails.
Que você possa comprar boas roupas, bolsas e relógios, mas que sua verdadeira marca seja a "inspiração" deixada pelos lugares por onde passará.
E assim, conquistando tudo o que você sempre quis, você descubra que mais importante do que aquilo que você tem, é o que você faz com tudo o que conquistou.
Bom e inspirado dia, aproveitem com vossas famílias!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

DIA DA ÁRVORE 2015

Texto de Luiz Ferreira da Silva
  ENGENHEIRO AGRÔNOMO E ESCRITOR
 
Há 5 anos organizo o Dia da Árvore no Condomínio Bahama, Barra de São Miguel, Alagoas. Neste evento crianças selecionadas plantam e se identificam através de placas alusivas.

Visando uma interação com a sociedade local, convidamos alunos das Escolas Públicas que plantam também representando os seus educandários. Neste ano (19 de setembro) computamos 62 árvores, de 2011 a 2015, com o plantio de duas jaqueiras; duas cajaranas; três graviolas; dois araçás; duas acerolas e duas goiabeiras.
Dessa forma, a intenção é criar uma consciência ecológica, pois temo que daqui uns anos mais as crianças passem a pensar que as frutas, os legumes e as verduras nascem nas gôndolas dos hipermercados.
ODE À ÀRVORE
Sou eu quem dá vida ao solo
Finco minhas raízes e extraio os alimentos
Expando minha área foliar
Produzo frutos bentos
Lanço as folhas ao chão
Num processo de reciclagem plena
A matéria orgânica melhora o solo
Os microrganismos aparecem em cena
Aparo a força da chuva
A água escorre sem provocar erosão
Infiltra-se e alimenta os córregos
O ciclo se completa então
Dou sombra e abrigo os pássaros
Mantenho a umidade ambiental
Ventilo ao balançar da folhagem
Emano e distribuo energia geral
Também absorvo o carbono danoso
Em contraposição, produzo o oxigênio vital
Cabe ao homem fazer a sua parte
Minha contribuição é gratuita e sem igual.
(Luiz Ferreira da Silva)