domingo, 31 de janeiro de 2016

FÓRMULA PARA COMPOR UM SAMBA-ENREDO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

 

JUSTIN BIEBER X MILEY CYRUS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Quando a maré tá braba, todo mundo que sacanear...
Depois que Justin Bieber foi preso, movido a droga e dirigindo em alta velocidade, inventaram agora que ele e cantora Miley Cyrus são as mesmas pessoas:

E não é que eles são parecidos!

sábado, 30 de janeiro de 2016

CONSULTÓRIO MÉDICO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

As atendentes de alguns Médicos devem crer que são Doutoras. Sempre perguntam, quando chega a uma consulta,  a razão da sua visita e você tem que responder, diante de todos, as perguntas que lhe fazem o que às vezes é muito desagradável. Não há nada pior que uma recepcionista que te pede para dizer o que está se passando contigo numa sala de espera cheia de pacientes.
Uma vez entrei para uma consulta e me aproximei de uma recepcionista - pouco simpática:
- Bom dia, senhorita!
A recepcionista me disse:
- Bom dia, senhor, o que o senhor está sentindo? Porque quer ver o Doutor?
- Tenho um problema com meu pênis - respondi.
Como alguns dos presentes riram, a recepcionista se irritou e me disse:
- Você não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.
- Porque não? Você me perguntou o que eu estava sentindo e eu respondi.
A recepcionista sem jeito me disse:
- Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, mais tarde e em particular.
Ao que eu respondi:
- E você não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.
Então sorri, saí e voltei a entrar:
-  Bom dia, senhorita!
A recepcionista sorriu meio sem jeito e perguntou:
-  Sim?
- Tenho problemas com meu ouvido...
A atendente assentiu e sorriu, vendo que havia seguido seu conselho e voltou a me perguntar:
- E o que acontece com o seu ouvido, senhor?
- Arde quando eu mijo...
As risadas na sala de espera foram antológicas.

FETICHE SEXUAL BIZARRO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A FILHA DE JOÃO

Texto de Carlito Lima

Amarante chegou cedo ao escritório, algumas pessoas o esperavam na sala. Cumprimentou, ao mesmo tempo deu um olhar fotográfico, entrou na sala, sentou-se no birô, iniciou a leitura da correspondência. Logo depois chamou Marlene, perguntou os assuntos daquela manhã, a secretária explicou cada caso, inclusive a filha de João, pegaria apenas o cheque mensal.
Veio-lhe um devaneio, Amarante recordou o amigo de infância, João, filho da lavadeira Joana, o melhor ponta esquerda do time de futebol da praia da Avenida da Paz. Naquela época, adolescentes, a juventude aceitava as diferenças sociais com mais honestidade, valia mais quem sabia jogar mais, quem trepava numa mangueira ou num coqueiro e sabia fugir correndo do vigia. João era um atleta nato, desde o futebol na praia até mergulhar da cumeeira dos trapiches avançados mar adentro. Tornou-se o melhor amigo de Amarante, andavam sempre juntos caçando lagartixa com atiradeira (peteca), mergulhavam e pescavam no Riacho Salgadinho, pegavam caranguejo goiamum e outras brincadeira inventada por aqueles jovens adolescentes, na puberdade, se descobrindo, se possuindo dentro do mar, em intenção às moças de maiô deitadas na areia alva da praia da Avenida. O tempo que tudo desfaz, separou a amizade de infância. Anos depois João procurou o amigo Amarante, estava morrendo, pediu ajuda, não deixar a família desamparada. Há três anos Amarante mensalmente dá um cheque de R$ 500,00 à família, um dos filhos de João vai buscá-lo no início de cada mês. Ele não conhecia essa filha à sua espera, notou num relance ser uma morena vistosa, a intuição fez atender a filha do João por último:
- Você parece com o João, sente-se, por favor - recebeu em pé.
A jovem puxou a cadeira confortável sentou-se, elegante, cruzou as pernas, sorriu.
- Muito prazer Nilda. Meu pai falava muito no senhor, muitas histórias ele contou de uma juventude alegre e livre na praia da Avenida da Paz, hoje está poluída ninguém mais frequenta aquela bela praia.
 - Dá-me uma dor quando vejo o Salgadinho desaguando naquele mar azul esverdeado, uma pena. Nos domingos o povão do Reginaldo enche a praia, pobre não tem direito nem a lazer sadio. Diga Nilda o que você faz na vida? João foi um meu grande amigo de infância, gostaria de saber se posso ajudar em alguma coisa a mais?
- Doutor Amarante, na verdade eu estava num emprego, a empresa modernizou-se, fiquei desempregada, batalhando para sobreviver.
- Faça o seguinte, deixe seu currículo com minha secretária, vou ver o que posso fazer.
Levantou-se, deu-lhe a mão, ficou olhando a filha de João se retirar. Pensou, uma bela mulher! Duas semanas depois Nilda estava trabalhando no escritório, auxiliar de secretária. A convivência entre os dois se estreitaram, Amarante tinha maior carinho pela filha do amigo. Ao olhar as pernas da jovem esquentava o sangue na veia, tentava se policiar. Certo dia no final do expediente ele dirigia para casa avistou Nilda no ponto de ônibus, ofereceu carona, ela abriu a porta do carro, sentou-se como uma princesa, no primeiro sinal vermelho parou o carro, olhou nos olhos de Nilda, aconteceu o  inevitável abraço e beijo, deixou-a perto de sua casa. Dia seguinte ela encabulada mal olhou para o patrão. Ele a chamou mandou fazer alguns pagamentos no centro, no mesmo instante saiu conseguiu alcançá-la andando, parou o carro. Passarem uma tarde inesquecível num motel da Jacarecica. A vida estabilizada, toda semana repetiram a tarde maravilhosa por mais de dois anos.
Esse ano durante o réveillon na praia de Ponta Verde um italiano conheceu Nilda, conversaram, tomaram champanhe, celebraram com fogos a entrada do ano novo, dormiram juntos. Paolo se apaixonou, prolongou as férias, preparou a família, levou Nilda, a jovem está em Gênova preparando-se para o casamento. Amarante quando soube, chocou-se. Dá-lhe uma tristeza, uma depressão quando vem a certeza, nunca mais terá a filha do João.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

ADOTE UM PRESO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

O Desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima (Belo Horizonte) enviou uma carta ao Jornal Folha de São Paulo, sugerindo aos defensores dos Direitos Humanos a criação do programa "Adote um preso": 
Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Janio de Freitas, à ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso". Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país. Sem desconto no Imposto de Renda.
A Opinião do Desembargador foi publicada no Jornal Folha de São Paulo.
Agora veja o Desembargador comentando o próprio comentário dele, publicado na Folha - Painel do Leitor: 
A Folha de SP, hoje, publica carta minha, onde ironizo os “baluartes” dos direitos humanos. Agora, com o morticínio de presos no Maranhão, jornalistas e intelectuais “engajados” escrevem e opinam copiosamente sobre a questão carcerária e os direitos fundamentais. São como urubus, não podem ver uma carniça.
Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.
Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.
Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e os menores ficaram presos.
É assim que funciona a “esquerda caviar”.
Abs.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O DESABAFO DO GORDINHO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

É, amigos, as coisas mudam!
Quando me casei pela primeira vez, há uns bons 25 anos atrás, minha primeira mulher me achava um tesão. Descasei depois de 21 anos e me juntei com outra mulher e essa já me achava um pesão!
Daí estive refletindo e há certas coisas que me incomodam…
Algumas ocasiões são realmente muito desagradáveis na vida de um gordo. Ir a um motel, com toda certeza, é uma delas. Tudo em um motel parece que foi projetado minuciosamente para sacanear com a cara dos obesos. Reparem só: na grande maioria desses estabelecimentos é preciso subir uma escadaria para chegar ao quarto e isso não se faz; ou o gordo trepa ou sobe escada. As duas coisas no mesmo dia são impraticáveis. O gordo chega tão esgotado no quarto que parece até que já deu duas no caminho. A parceira, então, propõe uma hidromassagem para relaxar. O que, na verdade, quer dizer: “Por que você não vai tomar banho, seu gordo sebento?”. Já na banheira, o gordo percebe que nem a água quer ficar com ele; metade cai fora, preferindo manter uma relação mais íntima com o chão do banheiro. Dá um friozinho na barriga... Até porque, parte da barriga, como um iceberg, fica para fora da espuma. Mas é na saída do banho que a situação fica ainda mais ridícula. Chega o fatídico momento de colocar o roupão. É triste... Com algum esforço, o cinto até fecha, mas o roupão não. Fica aquele decote tipo Luma, que dá para ver até o umbigo. Só que, no lugar da Luma, está o Jô, saca? É constrangedor...
Quando o gordo finalmente chega no quarto, a situação consegue ficar ainda pior. Se um elefante incomoda muita gente, dez elefantes de roupão refletidos nos espelhos incomodam muito mais. Para que tanto espelho? Se o próprio gordo já fica mal, imagina a parceira cercada pela manada? Se eu fosse ela, não dava mais de comer aos animais. Mas de todos os espelhos o mais cruel, sem dúvida, é o do teto. A vista é estarrecedora. Dá até para entender por que a maioria das mulheres transa com os olhos fechados. Acho que a única utilidade de tantos espelhos e para gente conseguir ver o pinto que a barriga não deixa a gente ver há muitos anos. Já faço até xixi no piloto automático. Eu, como sou um gordo experiente, uso uma tática infalível: ligo o ar-condicionado no máximo para forçar o uso do lençol. Afinal, o que os olhos não veem…

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A LOJA DE CD'S

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença incurável. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.

Um dia, decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela quadra da sua casa, olhando as vitrines e as pessoas que transitavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.
Foi amor à primeira vista...
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a garota. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.
Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.
Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse:
- Este aqui...
- Quer que embrulhe para presente? - perguntou a garota, sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim.
Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado.
Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todas as tardes, voltava à loja e comprava um CD qualquer.
Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir... Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela. E assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar.
Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito, a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias, comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse:
- Então, você não sabe? Ele faleceu essa manhã...
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Curiosa, decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:
- Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria.
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo. E assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança da garota em conhecer aquele rapaz.
MORAL DA HISTÓRIA:
Assim é a vida. Não espere demais para dizer a alguém aquilo que você sente por ele. Diga agora, já, porque amanhã pode ser tarde...

SEM SEXO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Will Golden, morador do Reino Unido, nasceu Agenesia Gonoadal, também conhecida como Síndrome da Regressão Testicular, uma raríssima anomalia genética, que acomete 1 a cada 20 milhões de crianças, caracterizada pela a ausência total de pênis e/ou testículos. 
Esta anomalia ocorre ainda na fase embrionária porque as células de Leyding não transformam as gônadas em testículos, não existindo assim a produção da enzima chamada 5aDHT.
Depois de uma cirurgia, ele consegue urinar e defecar pelo reto.

sábado, 23 de janeiro de 2016

POEMA ERÓTICO (E ATUAL)

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Quando eu te encontrar, possuir-te-ei...
Sem pedir licença; levar-te-ei até à cama.
Tocar-te-ei em todo o teu corpo e te possuirei.
Vou te deixar com uma enorme sensação de cansaço e entrega total.
Lentamente, vou te fazer sentir arrepios, fazer-te suar profundamente.
Deixar-te-ei ofegante, tirar-te-ei o ar...
E a tua cabeça pulsará.
Da cama, não conseguirás sair!
E quando eu terminar...
Irei embora sem me despedir,
Com a certeza de que voltarei!
Assinado: “DENGUE”
 
 - Pensou que era outra coisa, né? Adultos só pensam “naquilo”...
 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A CAMISINHA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

• ORIGEM DA PALAVRA
O nome universal da camisinha, devido à forte predominância do idioma inglês em todos os recantos do mundo, é “condom”. Tudo leva a crer que é por causa do médico Dr. Condom, que teria inventado um protetor peniano para o Rei Carlos II, feito com tripa de animais, para que fosse evitado o nascimento de tantos filhos bastardos. Porém, como não existe nenhuma prova de que o tal médico tenha existido, alguns historiadores acreditam que tenha vindo do latim “condus”, que significa receptáculo. Aqui no Brasil, "carinhosamente", é chamada de "camisinha".
• A CIDADE QUE TINHA VERGONHA DO NOME
Os moradores de Condom, França, durantes dezenas de anos tiveram vergonha do nome da sua cidade. Porém, em 1997, na base do “quando o estupro é inevitável, o jeito é relaxar e gozar”, o prefeito local deu incentivos fiscais para abrir uma fábrica de camisinha. Durante muitos anos, os habitantes de Condom lamentaram o nome dessa cidade francesa. Hoje, com orgulhos dos seus habitantes, a cidade é considerada a “Capital Mundial das Camisinhas” e recebe, anualmente, cerca de 300.000 turistas, que voa visitar o Museu de Preservativos, que conta com cerca de 2000 objetos de todo o mundo.
• A ORIGEM DO TERMO “CAMISA DE VÊNUS”
Se você é muito novo, saiba que no tempo em que seus pais “faziam aquilo que vocês fazem hoje, escondido deles”, a camisinha era chamada de "Camisa de Vênus", termo já fora de moda. A origem deste nome é uma referência às sacerdotisas dos templos de Vênus, deusa romana do Amor (ou Afrodite, para os gregos), que exerciam a prostituição como forma de culto.
• A ORIGEM DO TERMO “BAINHA DE TECIDO”
Surgiu quando o cirurgião Gabrielle Fallopio inventou um preservativo, que chamou de “Mobo Gallico” - um forro de linho, embebido em ervas - e o descreveu "como uma bainha de tecido leve, sob medida, para proteção das doenças venéreas". No final do século XVI eles passaram a ser embebidos em soluções químicas e secados o que, no final, eram verdadeiros espermicidas.
• A ORIGEM DO TERMO “PRESERVATIVO”
A nomenclatura “Preservativo” foi usada pela primeira vez em Paris, por volta de 1780, em propaganda de cabarés: Aqui, são usados preservativos de alta segurança, bandagens e artigos de higiene.
• A CAMISINHA FEMININA
Apesar da sua existência, o uso da chamada “camisinha feminina” é pouco difundido.
• A CAMISINHA ASSASSINA
A criatividade humana é infinita: em 1996, os alemães fizeram um filma “kondom dês Grauens” (A camisinha Assassina), que se passa em Nova York, tendo com personagens camisinhas com dentes afiados, criadas por uma seita de lunáticos e cientistas malucos que querem acabar com os pervertidos da cidade.
• A RIVALIDADE ENTRE FRANCESES E INGLESES
A histórica rivalidade entre franceses e ingleses também foi parar no pênis, melhor dizendo, na camisinha: os franceses, depreciativamente, chamaram as camisinhas de "Capote Anglaise" (Capote Inglês), numa época que usar camisinha "frescura". Ofendidos, os ingleses não deixaram por menos: cunharam a expressão "French Disease" (Doença Francesa) como referência às doenças sexualmente transmissíveis. Na França, até hoje, “capote” é o nome usual da camisinha.
• CHINESES E JAPONESES
Os chineses foram os criadores de uma das mais pioneiras versões do preservativo: envoltórios de papel de seda untados com óleo, que foi seguido pelos japoneses.
• NA PÁTRIA-MÃE
É muito comum que, para determinados produtos, as pessoas o chamarem por uma determinada marca, por exemplo: chamam de gillette, ao invés de lâmina de barbear; pedem um Modess, ao invés de absorvente... Em Portugal, não é diferente: as camisinhas são chamadas de “durex”, nome de uma gigante do setor de preservativo no país.
• BALÕES DE ANIVERSÁRIO
Contam que o governo americano, certa feita, vendeu um lote de 50 milhões de camisinhas ao Egito.
• MIJANDO FORA DO CACO
Essa parece que é engraçada, mas é educativa, em dias de AIDS: Charles Tumwesdigye, canadense de Toronto, foi denunciado por sua parceira de ter tirado a camisinha, em pleno ato sexual, sem autorização dela. Preso, foi condenado a 45 dias de prisão.
• CRONOLOGIA
1220 a.C.: Os egípcios tinham o costume de cobrir o pênis com “capinhas” de espada, como proteção contra picadas de insetos e para evitar ferimentos. Os gregos o usavam de bexigas natatórias de peixes (homens) e bexigas de animais (mulheres).
0200: O uso de preservativos está registrado em pinturas nas cavernas de Dordogne, França.
1500: O médico italiano Gabrielle Fallopius fabricou uma camisinha à base de linho e tratada com ervas, para prevenir a sífilis, principal doença da época. Era a chamada "Camisa de Vênus". Dizem que os homens que usaram o produto, nenhum contraiu sífilis.
1700: Um artesão desenvolveu um preservativo a partir intestino de carneiro, que funcionavam como uma segunda pele, tornando o uso do preservativo bastante popular. O sucesso foi tão grande que a França começou a produzir industrialmente e a exportá-los.
1800: Os japoneses criaram uma camisinha feita com um couro bem fino.
1839: O americano Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha fazendo com que o preservativo fosse mais maleável e resistente, mas, ainda eram incômodos e não descartáveis.
1930: Com a descoberta do Látex líquido, que substituiu a vulcanização da borracha, a nossa camisinha se popularizou de vez, por preencher todos os requisitos de conforto e segurança.
1960: A camisinha começou a perder espaço após a invenção da pílula anticoncepcional.
1980: O advento da AIDS reativou o uso da camisinha.
1990: A tecnologia do látex continuou a se desenvolver e surgiram ainda as camisinhas de poliuretano, tornando-as, verdadeiramente, uma segunda pele, quase que invisíveis.

PRONTO, AGORA VOCÊ JÁ PODE TRANSAR COM CONHECIMENTO DE CAUSA...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SEPARAÇÃO POR CARTA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

CARTA DA ESPOSA
Paulo,
Estou escrevendo esta carta para dizer que vou lhe deixar para sempre. Fui uma boa mulher para você durante sete anos e não tenho nada a provar. As duas últimas semanas foram um inferno. O seu chefe me chamou para dizer que tinha lhe demitido e isto foi a última gota. Na semana passada, chegou em casa e não notou que eu tinha um novo penteado e tinha ido à manicure. Cozinhei a sua refeição preferida e até usei uma nova lingerie. Chegou em casa, comeu em dois minutos e foi dormir depois de ver o jogo. Não diz que me ama, nunca mais fizemos sexo. Ou está me enganando ou já não me ama mais, seja qual for o caso, vou lhe deixar. Vá pro inferno!
Da sua ex-mulher,
Alice
P.S. Se quiser me encontrar, desista. O Júlio, aquele seu “melhor amigo” das noitadas de boliche e eu vamos viajar para o nordeste e vamos nos casar! 

CARTA-RESPOSTA DO MARIDO “CHUTADO”

Querida ex-mulher Alice,
Nada me fez mais feliz do que ler a sua carta. É verdade que estivemos casados durante sete anos, mas dizer que você foi uma boa mulher é exagero. Vejo futebol para tentar não lhe ouvir resmungar a toda hora. Assim não valia a pena. Realmente reparei que tinha um novo penteado na semana passada, a primeira coisa que me veio à cabeça foi “Parece um homem”. Mas a minha mãe sempre me disse para não dizer nada que não fosse bonito. Quando cozinhou a minha refeição preferida, deve ter confundido com a do meu amigo Júlio, porque deixei de comer porco há sete anos… Fui dormir porque reparei que a lingerie ainda tinha a etiqueta do preço. Rezei para que fosse uma coincidência: o meu melhor amigo me pedir emprestado R$ 100,00 e a lingerie ter custado R$ 99,99… Depois de tudo isto, eu ainda lhe amava e senti que poderíamos resolver os nossos problemas. Assim, quando descobri que eu tinha ganho na loteria, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para o Taiti. Mas, quando cheguei em casa, você já tinha ido… Fazer o quê? Tudo acontece por alguma razão. Espero que você tenha a vida que sempre sonhou...
O meu advogado me disse que, devido à carta que você escreveu, não vai ter direito a nada. Portanto, se cuida! Divirta-se!
Paulo,
Milionário, Bonitão, Gostosão e Solteirão.
P.S. Não sei se eu alguma vez lhe disse isto, mas o Júlio, o meu “melhor amigo”, é portador do vírus HIV. Espero que isto não seja um problema…

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A MANGUEIRA

Texto de Carlito Lima

- Delícia! - exclamou Albérico, chupando a terceira manga rosa na varanda do sítio do amigo Alfredo. Estavam sentados à mesa conversando enquanto as esposas catavam frutas no bem cuidado pomar.
- É daquela mangueira, a mais cheia, mais viçosa, maior que as outras plantadas na mesma época - apontou Alfredo.
- Que adubo você colocou nessa mangueira, meu amigo?
- Uma história inacreditável, nunca contei; apenas Severino, meu caseiro, sabe. Se você tiver paciência conto essa história. É segredo, nem sua esposa, ninguém pode saber, promete?
- Prometo e escuto, desde que me traga mais manga.
Alfredo trouxe um prato de manga rosa colocou-o na mesa. Iniciou o relato.
- Há dez anos, quando estava me separando de Rita, todos os dias eu almoçava num restaurante na Rua da Praia. A garçonete de nome Rosa chamou-me a atenção, beleza singela, loura, pele branca rosada pelo sol. Simpática, eu lhe dava boas gorjetas, ficamos amigos. Certo dia me assustei, quando perguntou se eu queria transar com ela. Claro que sim, partimos para um motel. Três meses de encontros, contou-me sua história: polonesa, seu nome verdadeiro, Rozowe Komorowski, os pais vieram para o Brasil quando ela tinha 5 anos, moraram em Santa Catarina. Rosa tinha um problema no coração, não podia fazer esforço, cansava, um médico afirmou, não chegaria aos 18 anos, já tinha 26; mais nova que eu 31 anos. Seus pais morreram num desastre;, sozinha no mundo, Rosa resolveu morar no Nordeste, terra de sol, povo alegre. Estava em Maceió há nove meses, ficou encantada com tanta luz, céu e mar azul esverdeado, terra bonita para viver e morrer. Arranjou um modesto emprego, sua vida tão finita, não dava valor a dinheiro, emprego, apenas para se sustentar, comprar remédios, não tinha envolvimento sério com namorado, agora se apegava a um homem maduro, estava passando uma fase feliz em sua vida, aproveitava todos os momentos.
Alfredo apertou os olhos marejados, respirou, continuou a contar.
- Naquela época apareceu esse sítio em Marechal Deodoro, margeando a Lagoa Manguaba, Rosa se apaixonou pelo local, deu maior força, comprei o sítio, tomei gosto, iniciei plantação, adoro frutas. Passava o fim de semana no sítio com Rosa, discretamente, eu não aparecia em público com a namorada, me sentia ridículo, mais velho. Ela não se importava, queria apenas ficar comigo. Seus olhos brilhavam de felicidade ao chegar aqui, amava esse lugar. Viajamos a São Paulo, levei-a a um cardiologista famoso, diagnosticou o mesmo problema, deixei seu nome na fila de espera de transplante do coração. Rosa não mais trabalhou, a meu pedido, aluguei um pequeno apartamento beira mar na Jatiúca, toda manhã minha namorada ia à praia, à noite eu lhe visitava. Assim passei dois anos vivendo, amando aquela jovem alegre, cheia de vida, mesmo sabendo que poderia morrer a qualquer instante. Rosa adorava manga. Certo dia fiz-lhe uma surpresa, comprei oito enormes mudas, tipos variados de mangueiras. Num sábado entulhamos o carro, Rosa feliz da vida  acompanhou a abertura dos buracos, plantio das mudas. Sorriu-me pedindo, "quando eu morrer me enterre nesse sítio e plante por cima uma mangueira". Levei na brincadeira. À noite nos amamos, pela madrugada ouvi um ronco, acendi o abajur, olhei de lado, Rosa de boca aberta, olhos semicerrados, balancei-a, havia morrido. Fiquei inerte, pensando na vida, na namorada morta. Ao amanhecer contei a história a Severino, ele concordou, abrimos uma cova, enterramos Rosa, plantamos uma mangueira por cima. Jamais, nesses dez anos, alguém desconfiou ou procurou por Rosa. Todo sábado venho vê-la. Casei-me novamente, nunca contarei à minha esposa e a mais ninguém a história dessa mangueira florida, viçosa e bela, plantada por cima de Rosa.
Enternecido Albérico colocou o braço por cima de Alfredo, disse apenas.
- É nosso segredo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

PENSE NISSO...

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um jovem, após o falecimento do pai, colocou a sua mãe num asilo para idosos e a visitava de vez em quando.
Certo dia ele recebeu uma ligação da direção do asilo, informando que a sua mãe estava morrendo. O rapaz, foi correndo até asilo, para ver a sua mãe antes que ela falecesse...
Assim que chegou ao local, ele perguntou à sua velha mãe:
- O que quer que eu faça pela senhora, mãe?
A sua mãe respondeu: 
- Quero que você coloque ventiladores no asilo, porque ele não tem, e também quero que você compre uma geladeira, para que a comida não estrague... Muitas vezes eu dormi sem comer nada!
O filho, surpreso, perguntou:
- Mas agora é que a senhora está pedindo essas coisas, quando está morrendo? Por que não reclamou antes?
A mãe, triste, respondeu:
- Eu me acostumei com a fome e com o calor, mas o meu medo é ''você'' não se acostumar, quando seus filhos colocarem você aqui, quando você estiver velho!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GLOBALIZAÇÃO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

- Qual é a mais correta definição de Globalização?
- A morte da princesa Diana
- Por quê?
- Porque ela era uma princesa inglesa que tinha um namorado egípcio; sofreu um acidente de carro dentro, de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de uísque escocês, seguido por paparazzi italiano, em motos japonesas; foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos brasileiros.
E você, que tomou conhecimento da tragédia no noticiário da televisão digital, com tecnologia japonesa, quando bebia o seu "escocês paraguaio", agora é lembrado de tudo, através da tecnologia americana (Windows), instalada em um computador com chips feitos em Taiwan, monitor coreano, que foi montado por trabalhadores de indianos, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões indianos, dirigidos por motoristas indonésios, descarregados por pescadores italianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses.
ISTO É GLOBALIZAÇÃO, O RESTO É CONVERSA!

domingo, 17 de janeiro de 2016

CHICO NUNES: VERSOS SATÂNICOS

Texto de Aloisio Guimarães

Certo dia um time de futebol de Palmeira dos Índios foi jogar na vizinha cidade de Santana do Ipanema e levaram o Chico Nunes. Antigamente, as equipes de futebol eram formadas somente por jogadores amadores e era muito comum que as equipes visitantes não recebesse dinheiro, jogando apenas pelo transporte e pela “boia” (almoço dos atletas). Nessa época, existia em Santana do Ipanema um restaurante muito famoso, de propriedade de José Petronilo, restaurante famoso devido a sua péssima comida e pela falta de higiene. Na hora de "tirar a barriga da miséria", Chico Nunes soube que tinha sido um dos escalados para almoçar no tal restaurante. Inconformado com o seu destino, Chico Nunes reclamou:
Prefiro entregá meu pé
Pra uma serpente mordê.
Com Cristo me malquerê
E acabá perdendo a fé.
Brigá com uma cascavé,
Me atracá com um crocodilo,
Bebê toda água do Rio Nilo,
Do boi só come o osso,
Mas não me fale em almoço
No hoté do Zé Petronilo.

Desde esse dia, mesmo que quisesse não almoçaria mais ali... Foi almoçar em outro lugar!


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Um belo dia, Chico Nunes foi com seus amigos a uma festa na casa de um cidadão de nome Zé Nicolau, que, conhecedor da má fama do nosso poeta, não ficou muito satisfeito com a sua presença, mas ficou calado, sem reclamar. Pois bem, durante a tal festa, o legítimo bacalhau norueguês - que naquela época era comercializado em fardos ou em barricas (tonel de madeira) - foi o prato principal servido aos presentes. Como o número de convidados e de "penetras" foi muito grande, o bacalhau acabou rapidamente e o Chico Nunes não conseguiu provar nenhum pedacinho da famosa iguaria norueguesa. Então, por gozação, os seus amigos lhe deram uma espinha do bacalhau como “tira-gosto”. Chico Nunes não deixou por menos e demonstrou toda a sua insatisfação por não ter comido o tão badalado peixe, declamando em voz alta:
Da espinha do bacalhau,
Mandei fazer uma vareta
Pra enfiá na buceta
Da mãe de Zé Nicolau.
Saí da minha cidade
Pra vir dançá nesse forno,
Onde a dona da casa é puta,
O dono da casa é corno
E a fia mais nova que tem
Já sabe fudê no torno.

Não precisa dizer que Chico Nunes foi convidado a se retirar do recinto, mas os seus amigos lhe disseram que iriam tentar "limpar a barra" dele com o dono da casa, na tentativa do Chico voltar para a festa. Para demovê-los da ideia, Chico detonou:

Já entrei e já saí
Se eu entrá num saio mais,
Eu num sô couro de pica
Pra tá pra frente e pra trás.

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De tempos em tempos, alguma autoridade política resolve combater o Jogo do Bicho, a contravenção penal mais tolerada no Brasil. O governador Costa Rêgo foi um deles. Combateu e consegui acabar com o tal jogo, pelo menos temporariamente. Durante o tempo em que o jogo estava banido, o governador, de passagem por Palmeira dos Índios, pediu para conhecer Chico Nunes, uma vez que conhecia a fama do poeta e queria conhecê-lo pessoalmente. Mesmo ”puto da vida” com aquele que prejudicou o seu sustento, Chico foi à presença do governador e aproveitou a oportunidade para demonstrar a sua ira, “mandando ver”:

Existe um guvernadô
Que se chama Costa Rego
Que tomou o meu emprego
Porque o jogo acabou.
Isso me desmantelou
Pois o destino assim quis
A sorte me contradiz
Eu fiquei desmantelado,
Largue de ser desgraçado
Seu Costa Rego infeliz.

O governador “tirou por menos” e lhe deu mil réis (muito dinheiro na época).

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Uma das coisas que Chico Nunes mais detestava era de ladrão. Certa vez um gatuno de nome Zé de Nega, roubou uma sombrinha (guarda-chuva feminino) e foi preso pela polícia local. Nessa época, o carcereiro da delegacia era um sujeito chamado Zé Siqueira. Ao saber da prisão, Chico imediatamente, sapecou:
José de Nega, em Palmeira
Fez um papel desgraçado:
Passou a noite trancado
Na pensão do Zé Siqueira,
Recebeu tanta madeira
Que até rolou pelo chão.
Chamou, no auge da aflição,
Palmatória de madrinha...
Tudo por uma sombrinha,
José de Nega é ladrão.

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Certa vez Chico foi à cidade sergipana de Gerum de Itabaianinha, para um daqueles famosos embates de poetas e repentistas. É lógico que Chico foi o vencedor do torneio! A dona do hotel onde ele estava hospedado pediu para ele recitar alguns versos, pois queria ver se ele era bom mesmo. Provocado, Chico, mandou ver:

Só quero que o Criador 
No mundo jogue uma gripe 
Se eu voltar a Sergipe 
De onde agora me vou.
Prefiro ver o horror
Do mundo em peste daninha 
Com uma febre e uma morrinha 
Destruindo tudo que é lar  
A ter que um dia voltar
Em Gerum de Itabaianinha.
Mas se apesar disso tudo
Eu a vergonha perder 
E por aqui aparecer 
Quero que um jegue raçudo
Muito fogoso e taludo 
Sem piedade e receio 
Me pegue pra seus anseios 
Bem de eito pelos quartos
Me bote no chão de quatro
Me atoche e me rasgue no meio.