terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O GRANDE ÍDOLO

Texto de Carlito Lima

Eram dois irmãos chamados Zé, Zé Miguel e Zé Gabriel, para diferençar chamavam o menor de Zé Pequeno, o apelido pegou, sem cerimônia, assim ficou conhecido. Tornou-se comerciante de material de construção, solteirão convicto, chegado às mulheres da vida, nunca namorou. Certo dia apareceu na casa de sua mãe, uma prima vinda do Rio de Janeiro, Zulmira, havia passado dos 30. Zé Pequeno ficou encantado com a vistosa loura, roupa decotada, divertida, sem meias palavras, dizia o que vinha na cabeça, tetas exuberantes, sorriso desavergonhado. Suas conversas escandalizavam a família e amigos. A maldade humana especulava a profissão de Zulmira no Rio de Janeiro.
Entretanto, o coração tem razões que própria razão desconhece. Zé Pequeno ficou encantado, apaixonado, pela prima. Não adiantaram os fuxicos, as previsões dos amigos. Zé Pequeno respondia, sabia o que queria. Terminou casando-se com a bela Zulmira. Os amigos, os desocupados, previram um belo par de chifres. Com três meses de casados telefonaram para Zé Pequeno, sua distinta esposa estava com um jovem num motel perto da rodoviária. Zé pegou-a em flagrante saindo do motel. Não houve acordo, acabou o casamento. Foi a crônica do chifre anunciado.
Zé Pequeno gostou de ser casado, disse para si mesmo, jamais com mulher bonita, casaria novamente com mulher feia. Certo dia entrou na sua loja, Eulália, colega de infância, estrábica, sem muitos predicados da beleza feminina. Logo Zé Pequeno casou novamente, sem medo de levar ponta.
Os anos se passaram, os dois se deram bem, cada qual no seu canto sem se intrometer na seara do outro. Eulália tem uma butique de moda, ganha para seu sustento, é boa e servil esposa. Entretanto, tem duas manias incuráveis, ciúme doentio do Zé Pequeno e neura constante da violência urbana. Ela lê tudo nos jornais sobre assalto, assassinato, sequestro. É sua conversa predileta. Sabe todas as histórias contadas no rádio, televisão. Eulália ama o alarmismo da imprensa, faz bem à sua mente, alimenta-se de fatos tenebrosos. Exagera as histórias, terminando com a frase. "Ninguém suporta mais tanta violência!"
Numa bela tarde de sábado, Eulália foi a uma palestra sobre violência urbana, não poderia perder. O conferencista expôs sua teoria. A maioria dos crimes estão na faixa entre 14 e 26 anos, são traficantes, eles se matam por pontos de venda drogas. De repente o palestrante perguntou à plateia quantas vezes alguém tinha sido assaltado ou quantas pessoas conheciam que foram assaltadas. Apenas duas mulheres levantaram o braço. Eulália pensou, tentou relembrar algum assalto com amigo, nada. Retornou para casa decepcionada, não conhecia um parente, um amigo que foi assaltado, frustrante.
Nessa mesma tarde, Zé Pequeno telefonou para uma amiga moradora do Trapiche, cafetina das melhores meninas de programas da cidade. Apanhou a garota, bonita, alta. Levou-a para um motel. Tarde agradável, alguns uísques, até que na hora do banho ele escorregou, caiu de costa, nuca no chão, abriu-lhe a cabeça, o sangue jorrou.
Foi dirigindo ao Pronto Socorro, levou alguns pontos na cabeça. Zé começou a pensar o que dizer em casa. Teve uma ideia, uma mentira bem encaixada e registrada. Dirigiu-se à Delegacia de Plantão, abriu um Boletim de Ocorrência. Contou o assalto. Quando abriu o carro estacionado, dois rapazes armados mandaram ele dirigir rumo ao Litoral Norte, ao chegar na praia de Ipioca, mandaram parar. Deram-lhe uma coronhada, ele desmaiou. Levaram o dinheiro da carteira, o celular e o lep-top, ainda bem que deixaram o carro e ele, vivo.
Ao contar a história do assalto em casa, veio uma áurea de felicidade e alegria dentro de Eulália, ela não conteve o sorriso de satisfação. Ouviu atentamente a história do marido. Deu-lhe uma íntima satisfação. Contou exagerando a história para toda vizinhança, como Zé Pequeno foi assaltado. Há mais de um mês é seu único assunto. O assalto ao Zé acabou a frustração de Eulália. Zé Pequeno agora é seu grande ídolo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CARNAVAL BRASILEIRO

Texto do Agrissênior Notícias

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no Período Colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas, mas era bastante popular.
Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem com os escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço, havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes. Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.
A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas.
Cordões, ranchos e marchinhas.
Todavia, as camadas populares não desistiram de suas práticas carnavalescas. No final do século XIX, buscando adaptarem-se às tentativas de disciplinamento policial, foram criados os cordões e ranchos. Os primeiros incluíam a utilização da estética das procissões religiosas com manifestações populares, como a capoeira e os zé-pereiras, tocadores de grandes bumbos. Os ranchos eram cortejos praticados principalmente pelas pessoas de origem rural.
As marchinhas de carnaval surgiram também no século XIX, e o nome originário mais conhecido é o de Chiquinha Gonzaga, bem como sua música O Abre-alas. O samba somente surgiria por volta da década de 1910, com a música Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, tornando-se ao longo do tempo o legítimo representante musical do carnaval.
Afoxés, frevo e corsos
Na Bahia, os primeiros afoxés surgiram na virada do século XIX para o XX com o objetivo de relembrar as tradições culturais africanas. Os primeiros afoxés foram o Embaixada Africana e os Pândegos da África. Por volta do mesmo período, o frevo passou a ser praticado no Recife, e o maracatu ganhou as ruas de Olinda.
Ao longo do século XX, o carnaval popularizou-se ainda mais no Brasil e conheceu uma diversidade de formas de realização, tanto entre a classe dominante como entre as classes populares. Por volta da década de 1910, os corsos surgiram, com os carros conversíveis da elite carioca desfilando pela avenida Central, atual avenida Rio Branco. Tal prática durou até por volta da década de 1930.
Escolas de samba e Trio elétrico
Entre as classes populares, surgiram as escolas de samba na década de 1920. As primeiras escolas teriam sido a Deixa Falar, que daria origem à escola Estácio de Sá, e a Vai como Pode, futura Portela. As escolas de samba eram o desenvolvimento dos cordões e ranchos. A primeira disputa entre as escolas ocorreu em 1929.
As marchinhas conviveram em notoriedade com o samba a partir da década de 1930. Uma das mais famosas marchinhas foi Os cabelos da mulata, de Lamartine Babo e os Irmãos Valença. Essa década ficou conhecida como a era das marchinhas. Os desfiles das escolas de samba desenvolveram-se e foram obrigados a se enquadrar nas diretrizes do autoritarismo da Era Vargas. Os alvarás de funcionamento das escolas apareceram nessa década.
Em 1950, na cidade de Salvador, o trio elétrico surgiu após Dodô e Osmar utilizarem um antigo caminhão para colocar em sua caçamba instrumentos musicais por eles tocados e amplificados por alto-falante, desfilando pelas ruas da cidade. Eles fizeram um enorme sucesso. Todavia, o nome “trio elétrico” somente foi utilizado um ano depois, quando Temistócles Aragão foi convidado pelos dois.
O trio elétrico conheceria transformação em 1979, quando Morais Moreira adicionou o batuque dos afoxés à composição. Novo sucesso foi dado aos trios elétricos, que passaram a ser adotados em várias partes do Brasil.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

José era um homem que vivia nas ruas. Todos os dias ele entrava na igreja, ficava uns dois minutos e saía.
O Padre, estranhando a sua atitude, foi até ele e perguntou:
- José, porque você entra na igreja, fica apenas alguns minutos e sai ?
José respondeu:
- Ah, Padre, é que eu não sei fazer orações. Então, chego aqui e digo “- Oi, Jesus, aqui é o Zé” , e depois vou embora.
O Padre criticou a sua atitude, falando que não era assim que se orava.
Passado algum tempo, o Padre estranhou, pois, o Zé nunca mais tinha aparecido na igreja. Curioso e preocupado, mandou verificar o que tinha acontecido. Então, descobriu que Zé havia sido atropelado.
Não tinha sido nada grave, mas ele precisava permanecer no hospital. E não é que o Zé mudou o rumo do hospital, levando alegria e o amor às outras pessoas? Os médicos e enfermeiros se espantaram com a mudança que ele provocou no local, até que uma enfermeira chegou e perguntou:
- Zé, você é uma pessoa que está sempre sorrindo e contagiando os outros pacientes com a sua alegria. Explica-me o porquê de tua alegria...
- Ah, eu fico assim pela visita que recebo todos os dias...
A enfermeira se espantou, pois a cadeira ao lado do leito do Zé estava sempre vazia. Então, ela pergunta:
- Mas, Zé, quem vem te visitar, pois a sua cadeira está sempre vazia?
Aí, Zé respondeu:
- Ele chega, senta, sorri e diz: “- Oi, Zé, aqui é JESUS”...
PENSE NISSO! 

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O PODEROSO CHEFÃO

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Uma Empresa entendeu que estava no momento de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral.
Este veio determinado a agitar nas bases e tornar a Empresa mais produtiva.
No primeiro dia, acompanhado dos dois principais assessores, fez uma inspeção à toda empresa.
No armazém, todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mãos no bolso. Vendo uma boa oportunidade de demonstrar sua filosofia de trabalho, o gerente perguntou ao rapaz:
- Quanto que você ganha por mês?
- Trezentos reais, por quê?
Respondeu o rapaz sem saber o que se tratava.
O administrador tirou R$. 300,00 do bolso e deu ao rapaz, dizendo:
- Aqui está o seu salário do mês. Agora desapareça e não volte nunca mais!
O rapaz guardou o dinheiro e saiu conforme as ordens recebidas.
O gerente então, enchendo o peito, pergunta a um grupo de operários:
- Algum de vocês sabe o que este tipo fazia aqui?
- Sim senhor - responderam atônitos os operários - ele veio entregar as pizzas...
MORAL DA HISTÓRIA
Existem pessoas que desejam tanto mandar, que se esquecem de pensar.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

AS MELHORES SEMENTES

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Um empresário agricultor, de pouco estudo, participava todos os anos da principal feira de agricultura da sua cidade. O que acontecia de mais extraordinário é que ele sempre ganhava, ano após ano, o troféu "Milho do ano".
Entrava com seu milho na feira e saía com a faixa azul recobrindo seu peito. O seu milho era cada vez melhor.
Em uma ocasião dessas, um repórter do jornal abordou o empresário após tradicional colocação da faixa de campeão!
Ele ficara muito intrigado com a revelação do empresário de como ele costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava boa parte das melhores sementes da sua plantação de milho com os seus vizinhos.
- Como pode o senhor compartilhar suas melhores sementes com seus vizinhos, quando eles estão competindo diretamente com o senhor?
O fazendeiro respondeu:
 - Você não sabe? É simples: o vento apanha o pólen do milho maduro e o leva de campo para campo. Se meus vizinhos cultivarem milho inferior ao meu, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudá-los a cultivar o melhor milho, cedendo a eles as melhores sementes.
Moral de História:
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm de ajudar os outros para que vivam bem. Aqueles que querem ser felizes têm de ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos. Você já parou pra pensar que todos nós somos importantes uns para os outros e que para vivermos bem nós dependemos uns dos outros? Espero que você também consiga ajudar seus vizinhos a cultivar cada vez mais as melhores sementes, os melhores milhos e as melhores amizades.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CONVIDANDO UMA MULHER PARA JANTAR

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam o que se passa nos bastidores. 
Você, mulher, está flertando um "Zé Ruela" qualquer... Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor, um jantar. Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo: "Vamos jantar amanhã?". Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais simples do mundo: "Claro, vamos sim".
Começou o inferno na Terra. Foi dada a largada. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar em tudo que tem que fazer para estar apresentável até lá. Cancela todos os seus compromissos canceláveis e começa a odisseia. Evidentemente, você também para de comer, afinal, quer estar em forma no dia do jantar e mulher sempre se acha gorda. Daqui pra frente, você começa a fazer a dieta do queijo: fica sem comer nada o dia inteiro e quando sente que vai desmaiar come uma fatia de queijo. Muito saudável.
Primeira coisa: fazer mãos e pés. Quem se importa se é inverno e você provavelmente vai usar uma bota de cano alto? Mãos e pés tem que estar feitos - e lá se vai uma hora do seu dia. Vocês (homens) devem estar se perguntando "Mão tudo bem, mas porque pé, se ela vai de botas?" Lei de Murphy. Sempre dá merda. Uma vez pensei assim e o infeliz me levou para um restaurante japonês daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Tomei no cu bonito! Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cracuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon! Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão é pé, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. Isso me emputece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o desgraçado vai reparar justamente onde? Na porra do pé! Isso é coisa de... Melhor mudar de assunto...
As mais caprichosas, além de fazer mão e pé, ainda fazem algum tratamento capilar no salão: hidratação, escova, corte, tintura, retoque de raiz, etc. Eu não faço, mas conheço quem faça.
Ah sim, já ia esquecendo. Tem a depilação. Essa os homens não podem nem contestar. Quem quer sair com uma mulher não depilada, mesmo que seja apenas para um inocente jantar? Lá vai você depilar perna, axila, virilha, sobrancelha, etc, etc... Tem mulher que depila até o âus! Mulher sofre! E lá se vai mais uma hora do seu dia. E uma hora bem dolorida, diga-se de passagem.
Dia seguinte:
É hoje seu grande dia. Quando vou sair com alguém, faço questão da dar uma passada na academia no dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para emagrecer, é para deixar minha bunda e minhas pernas enormes e durinhas (elas ficam inchadas depois de malhar).
Geralmente, o Zé Ruela não comunica onde vai levar a gente. Surge aquele dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber. Alias, ele não vai perceber nada. Você pode aparecer de Armani ou enrolada em um saco de batatas, tanto faz. Eles não reparam em detalhe nenhum, mas sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê). Mas, é como dizia Angie Dickinson: "Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens". Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não reparem.
Escolhida a roupa, com a resignação que você vai errar, para mais ou para menos, vem a etapa do banho. Depois do banho e do cabelo, vem a maquiagem. Nessa etapa eu perco muito tempo. Lá vai a babaca separar cílio por cílio com palito de dente depois de passar rímel.
Depois vem a hora de se vestir. Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. É sério, no dia anterior o corpo estava lindo e no dia seguinte... Leitoa! Não sei o que é (provavelmente nossa imaginação), mas eu juro que acontece. Muitas vezes você compra uma roupa para um evento, na loja fica linda e na hora de sair fica uma merda. Se for um desses dias em que seu corpo está uma merda e o espelho está de sacanagem com a sua cara, é provável que você acabe com uma pilha de roupas recusadas em cima da cama, chorando, com um armário cheio de roupa gritando: "Eu não tenho roooouuuupaaaa". O chato é ter que refazer a maquiagem. E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo; se espirrar, a calça perfura o pâncreas!
Ok, você achou uma roupa que ficou boa. Vem o dilema da lingerie. Salvo raras exceções, roupa feminina (incluindo lingerie) ou é bonita ou é confortável. Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método anticoncepcional. Você pensa: "Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se foooda". Você veste a calcinha. Aí bate a culpa. Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou estar bem vestida a sofrimento. Aí você começa a pensar: "E se mesmo sem dar para ele, ele pode acabar vendo a minha calcinha? Vai que no restaurante tem uma escada e eu tenho que subir na frente dele? Se ele olhar para essa calcinha, broxará para todo o sempre comigo...". Muito "p" da vida, você tira a sua calcinha amiga e coloca uma daquelas porras mínimas e rendadas, que com certeza vão ficar entrando na sua bunda a noite toda. Melhor prevenir.
Os sapatos. Vale o mesmo que eu disse sobre roupas: ou é bonito ou é confortável. Geralmente, quando tenho um encontro importante, opto por uma peça de roupa bem bonita e desconfortável, e o resto menos bonito, mas confortável. Fato: a Lei de Murphy impera. Com certeza me vai ser exigido esforço da parte comprometida pelo desconforto. Exemplo: vou com roupa confortável e sapato assassino. Certeza que no meio da noite o animal vai soltar um "Sei que você adora dançar, vamos sair para dançar". Eu tento fazer parecer que as lágrimas são de emoção. Uma vez, um sapato me machucou tanto, mas tanto, que fiz um bilhete para mim mesma e colei no sapato, para lembrar de nunca mais usar! Porque eu não dei o sapato? Porra, me custou muito caro! Posso não usá-lo, mas quero tê-lo. Eu sei, eu sei, materialista do caralho. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica.
Depois que você está toda montadinha, lutando mentalmente com seus dilemas do tipo "Será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar..." Começa a bater a ansiedade. Cada uma lida de um jeito.
Tenho um faniquito e começo a dizer que não quero ir. Não para ele, ligo para a infeliz da minha melhor amiga e digo que não quero mais ir, que sair para conhecer pessoas é muito estressante, que se um dia eu tiver um AVC é culpa dessa tensão toda que eu passei na vida toda em todos os primeiros encontros e que quero voltar tartaruga na próxima encarnação. Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta me acalmar.
Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o filho da puta liga e cancela o encontro? "Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?". Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico "p" da vida... Claro! Na cabecinha deles não custa nada mesmo. Eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro deles. Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido... Nunca ousariam remarcar nada. Se dane aí! Venha me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo desmaiar de fome, é questão de vida ou morte o jantar:
Não cancelem encontros a menos que tenha acontecido algo muito, muito grave, do tipo morrer a mãe ou o pai ter um AVC no trânsito.
Supondo que ele venha. Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume, escova os dentes e vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata "Hummm... tá cheirosa!" (tecla SAP: "Passou muito perfume, porra"). Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que você é assim ao natural. Eu não ligo, porque acho que homem que repara muito é meio viado, mas isso frustra algumas mulheres. Quando é comigo, passo tanto estresse que chego no jantar com um pouco de raiva do cidadão. 
No meio da noite, já não sinto mais meus dedos dos pés, devido ao princípio de gangrena em função do sapato de bico fino. Quando ele conta piadas e ri eu penso: "É, eu também estaria de bom humor, contando piada, se não fosse essa calcinha intrauterina raspando no colo do meu útero". A culpa não é deles, é minha, por ser surtada com a estética. Sinto o estômago fagocitando meu fígado, mas apenas belisco a comida de leve. Fico constrangida de mostrar toda a minha potência estomacal assim, de primeira. (E se após vários encontros com o Zé, ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com a calcinha e nem ver). 
Pois é, minha amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no rego (que por sinal custou muito caro) para nada. 
Homens, vocês sabiam que uma boa calcinha, de marca, pode custar o mesmo que um MP4? Favor tirar sem rasgar!
Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca. Nem sequer entrei no mérito do "dinheiro". Pois é, tudo isso custa caro. Vou fazer uma estimativa, por baixo, muito por baixo, porque geralmente pagamos bem mais do que isso e fazemos mais tratamentos estéticos:
Roupa: R$ 200,00
Lingerie: R$ 100,00
Maquiagem: R$ 50,00
Sapato: R$ 150,00 (no mínimo)
Depilação: R$ 50,00
Mão e pé: R$ 25,00 (em média)
Perfume: R$ 80,00(dependendo pode chegar a R$ 200,00 (fácil)
Pílula anticoncepcional: R$ 20,00
Ou seja, jogando o valor bem para baixo, gastamos, no barato, R$ 500,00 para sair com um Zé Ruela. Entendem porque eu bato o pé e digo que homem tem que pagar o jantar? A gente gasta muito mais para sair com eles do que eles com a gente! 
Por isto amigos, valorizem seu próximo encontro e aprendam um pouco mais, sobre este ser fantástico, chamado mulher.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O BEM E O MAL

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES 

Ao conceber pintura da “Santa Ceia”, Leonardo da Vinci deparou-se com uma grande dificuldade: Precisava pintar o bem, na imagem de Jesus, e o mal, na figura de Judas - o apóstolo que resolveu trai-lo durante o jantar. 
Por este motivo, interrompeu o seu trabalho, até que conseguisse encontrar os modelos ideais.
Certo dia, enquanto assistia a um coral, viu, em um dos rapazes, a imagem perfeita de Cristo. Convidou-o para o seu ateliê, onde reproduziu seus traços em estudos e esboços. 
Passaram-se três anos... 
A “Santa Ceia” estava quase pronta, mas Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal de Judas. O cardeal, responsável pela igreja, começou a pressioná-lo, exigindo que terminasse logo o mural. 
Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta.  Imediatamente, pediu aos seus assistentes que o levassem até a igreja. Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo, que mal conseguia parar em pé. Quando terminou, o jovem - já um pouco refeito da bebedeira - abriu os olhos e notou a pintura à sua frente, e disse, numa mistura de espanto e tristeza:
- Eu já vi esse quadro antes! 
- Quando? - perguntou surpreso, Da Vinci.
- Há três anos, antes de eu perder tudo o que tinha, numa época em que eu cantava num coro, tinha uma vida cheia de sonhos e um artista me convidou para posar como modelo para a face de Jesus...
MORAL DA HISTÓRIA:
O bem e o mal tem a mesma face; tudo depende apenas da época em que cruzam o caminho de cada ser humano.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

ANÚNCIO EM UM JORNAL CEARENSE

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES
 
HOMEM DESCASADO PROCURA
Homem de 40 anos, que só gosta de mulher, após casamento de sete anos mal sucedido afetivamente, vem, através deste anúncio, procurar mulher que só goste de homem, para compromisso duradouro, desde que preencha os seguintes requisitos: 
Tenha idade entre 28 e 40 anos, não descartando, evidentemente, aquelas de idade abaixo do limite inferior, mas descartando de imediato aquelas acima do limite superior. Deve ter um grau razoável de escolaridade, para que não diga, na frente de estranhos "menos vezes", "quando eu si casar", "pobrema no úter", "eu já si operei de apênis", "é de grátis", "vamo de a pé", "adoro tar com você" e outras pérolas gramaticais. Os olhos podem ter qualquer cor, desde que sejam da mesma, e olhem para uma mesma direção. Os dentes, além de extremamente brancos, todos os 32, devem permanecer na boca ao deitar e nunca dormirem mergulhados num copo d'água. Os seios devem ser firmes, do tamanho de um mamão papaia, cujos mamilos olhem sempre para o céu - quando muito, para o purgatório, nunca para o inferno - e devem ter consistência de modo que não escapem pelos dedos, como massa de pão. Por motivos óbvios, a boca e os lábios - não confundí-los com "beiço" - devem ter consistência macia. A barriga, se existir, deve ser muito pequena e discreta, e não um ponto de referência. É obrigatório que ela seja sexualmente normal, isto é, que tenha orgasmos, se múltiplos melhor, mas, mesmo que eventuais, quando acontecerem, ela gema um pouco e pisque os olhos, para que me sinta sexualmente interessante. Independentemente da minha experiência, exijo que durante o ato sexual ela não boceje, não ria, não fique vendo as horas no rádio relógio e não durma ou cochile. Exijo ainda que não tenha feito nenhuma sessão de análise, o que poderia camuflar, por algum tempo, uma eventual esquizofrenia.
A interessada deverá ter um carro que ande, nem que seja uma Brasília; que tenha dinheiro para o táxi uma vez que, pela própria idade, não tenho mais paciência para levar namorada de madrugada para casa.
A interessada deve enviar cartas com foto recente, de corpo inteiro, frente e costas, para a redação deste jornal, para o codinome: “Cachorro mordido de cobra tem medo até de barbante".
RESPOSTA DE UMA PRETENDENTE
Prezado "Homem descasado",
Li seu anúncio no jornal e manifesto meu interesse em manter um compromisso duradouro com o senhor, desde que, é claro, o senhor também preencha "outros certos requisitos" que considero básicos!
Vale lembrar que tais exigências se baseiam em conclusões tiradas acerca do comportamento masculino, em diversas relações frustradas, que só não deixaram marcas profundas em minha personalidade, porque, graças a Deus, fiz anos de terapia, o que, infelizmente, contraria uma de suas exigências!
Quanto à idade, convém ressaltar que espero que o senhor tenha a maturidade dos 40 anos e o vigor dos 28! Espero que o seu grau de escolaridade supere a cultura que porventura tenha adquirido assistindo aos programas do "Show do Milhão"! Os seus olhos podem ser de qualquer cor, desde que vejam algo além de jogos de futebol e revistas de mulher pelada! Os seus dentes devem sempre sorrir, mesmo quando lhe for solicitado que lave a louça ou arrume a cama. Não é necessário que seus músculos tenham sido esculpidos pelo halterofilismo, mas que seus braços sejam fortes o suficiente para carregar as compras. Quanto à boca, por motivos também óbvios, além de cumprir com eficiência as funções a que se destinam as bocas no relacionamento de um casal, devem servir, inclusive, para pronunciar palavras doces e gentis e não somente “pega mais uma cerveja aí, mulher!". A barriga, que é quase certo que o senhor a tenha, é tolerável, desde que não lhe atrapalhe para recolher as cuecas e meias, que jamais deverão ficar no chão. Quanto ao desempenho sexual, espero que o senhor corresponda, ao menos polidamente, à "performance" daquilo que o senhor "diz que faz" aos seus amigos e que, para a consumação do mesmo, não seja necessário levar para a cama livros do tipo "Manual do corpo humano" ou "Mulher, esse ser estranho". No que diz respeito ao item alimentação, cumpre ao senhor está sempre atualizado com a lista dos melhores e mais caros restaurantes, ser um bom conhecedor de vinhos e de toda espécie de iguarias, além de, evidentemente, pagar as contas.
Com relação ao carro, saiba que serão desnecessários os trajetos para a minha residência, durante as madrugadas, uma vez que, havendo correspondência nas exigências que por ora faço, pretendo mudar-me de mala e cuia para a sua casa, meu amor!
Ass.: "A Cobra"

domingo, 19 de fevereiro de 2017

CADÊ MEU CARNAVAL?

Texto de Aloisio Guimarães

Vai começar o carnaval e eu detesto carnaval. Mesmo assim, paradoxalmente, sinto saudades do carnaval do passado. Talvez a saudades que sinto seja pelo fato de meu falecido pai ter sido o "Rei Momo" em alguns carnavais de Palmeira dos Índios...
Sinto saudades...
Saudades dos bailes nos clubes sociais, com direito a máscaras, lança-perfume (que eram liberadas) e muita guerra de confete e serpentina.
Saudades do corso (desfile de carros pelas ruas da cidade), do mela-mela (com talco e água) e dos bailes populares na Praça Moleque Namorador (Maceió) e na Praça da Independência de Palmeira dos Índios - onde eram chamados de “Maratona” porque começavam uma semana antes do carnaval, sob a batuta do maestro “Mané” Morais, tornando os foliões em verdadeiros “atletas da folia”.
Saudades do “Banho de mar e fantasia” na praia de Pajuçara (Maceió); dos bailes na Portuguesa (Maceió) e no Aero Clube (Palmeira dos Índios).
Saudades dos desfiles do bloco "Pitanguinha vai a lua" (Maceió) e "Cangaceiros" (Palmeira dos Índios - sob o comando do “Lampião” Gileno Sampaio).
Sinto saudades...
Antigamente, era durante o dia que o carnaval mostrava sua força popular, onde blocos improvisados desfilavam pelas ruas da cidade, arrastando dezenas de foliões, pobres e ricos, visitando as casas das famílias, onde eram recebidos com bebida e "tira-gosto"... Além de tudo isso ser de graça, dificilmente ocorriam brigas, quer seja nos bailes ou nas ruas!
Mas, de uns anos para cá, em todas as cidades do Brasil, estão acabando com a nossa festa mais popular, transformando-a em verdadeiro comércio, tirando o direito do pobre de se divertir. O carnaval está se tornando “coisa de rico”! Hoje, para brincar o carnaval, é quase que obrigatório comprar uma fantasia, chamada de “mortalha” (sic), onde muitas delas custam "os olhos da cara", são vendidas à prestação, com meses de antecedência, num verdadeiro negócio, onde existe até empresário que vive da "renda de bloco".
Lamentavelmente, além da queda, o coice: o pobre deixou de ser “Folião” e virou “Pipoca”!
- E o que vem a ser “Pipoca”?
Curto e grosso:
- “Pipoca” é aquele folião pobre, que não tem grana para comprar a “mortalha”, desfila de modo marginalizado, pulando feito uma "pipoca”, animando a festa dos outros.No “frigir dos ovos”, o “pipoca” serve somente como garoto de propaganda numérica de um bloco carnavalesco, dando-lhe fama e aumentando a venda das suas “mortalhas” para o próximo carnaval, enriquecendo cada vez mais o empresário!
E no outro dia, ouviu um otário, muito emocionado, fazer o seguinte comentário:
- Viu só, Carlos? “O Babaca” (nome fictício de bloco) estava muito bom; tinha gente pra danar! Sou “babaqueiro” de carteirinha!
Aqui em Maceió acontece um fato intrigante:
Os blocos mais famosos só desfilam numa tal de “prévia” que acontece uma semana antes do carnaval, arrastando milhares de pessoas, com mortalhas, pagas ou não. E só! Ora, pelo que aprendi, “prévia” é uma amostra de algo que vai acontecer ou será que sou burro e não sei mesmo o que significa “prévia”? Já que perdi a "prévia", e desejo brincar o carnaval, pergunto:
- Alguém sabe informar em que dia do carnaval os blocos da prévia vão desfilar?
Se a resposta for "Sim", dou a mão à palmatória: estou errado! Agora, se a resposta for "Não", o que os impede de desfilar? Não acredito que sejam proibidos pela Prefeitura porque seria o fim da picada! E se a Prefeitura não os proíbe, por que não condiciona o desfile deles na “prévia” a desfilar também nos dias de carnaval? Mistérios...
O carnaval de Maceió já morreu faz tempo e graças à persistência dos pobres meninos da periferia, com seus concursos de Boi Bumbá (e quase nenhuma ajuda do poder público) é que o carnaval de Maceió ainda não foi enterrado!
Divirta-se!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

A LAVANDERIA

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Devido à inocência de Tarzan, que viveu sozinho na selva durante muito tempo, Jane, “que estava matando cachorro à grito”, lhe dava aulas sobre sexualidade. Explicava-lhe tudo, como se fosse a uma criança:
- Olha, Tarzan, isso que você tem aí, entre as suas pernas, pendurado, é uma roupa suja e isso que tenho aqui, entre as minhas pernas, é a máquina de lavar. 
Maliciosamente, ela concluiu:
- Agora, você sabe o que você tem que fazer, hein? Pegar a sua roupa, colocar aqui na minha lavadora e lavá-la.
Assim, nas 15 noites seguintes, Tarzan “lavou a sua roupa” sem parar, deixando Jane bastante exausta. 
Não aguentando mais tanta “lavagem de roupa”, ela procura Tarzan e aconselha:
- Escuta, Tarzan, as lavagens de roupa não podem ser tão frequentes porque a máquina de lavar pode quebrar ou então a sua roupa pode ficar estragada. 
E arremata:
- Você deve esperar mais uns dois ou três dias para poder lavar a roupa novamente...
Ao ouvir isso, Tarzan ficou tão decepcionado que ficou um mês sem “colocar a roupa para lavar”. 
Preocupada com a “falta de roupa suja”, Jane foi falar com o cara, para saber o que estava acontecendo:
- Tarzan, meu amor, o que está acontecendo? Já faz mais de um mês que você não lava a sua roupa na minha lavadora...
Então, Tarzan, inocentemente, respondeu:
- Tarzan aprendeu a lavar na mão!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O MÉDICO DOS MÉDICOS

POSTAGEM: ALOISIO GUIMARÃES

Maravilhosa Mensagem de Fé, lida pelo Orador da Turma, durante uma Formatura de Medicina.
Boa noite a todos.
Hoje, estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
DEUS é esse médico, O Médico dos Médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.
- Que médico mais excelente poderia existir?
· Deus é o primeiro Cirurgião da história. A primeira operação? Uma Toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
· Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
· Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu, pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que, além de estéril, já estava na menopausa, havia muito tempo!
· Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro Pediatra da história, pois disse “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o Reino de Deus".
· Ele também é o maior Reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente, uma Osteoartrite das Articulações Interfalangeanas.
· Jesus é o primeiro Oftalmologista: relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
· Ele também é o primeiro Emergencista a realizar, literalmente, uma Ressuscitação Cardiopulmonar bem-sucedida, quando usou, como desfibrilador, as suas palavras, ao dizer: “Lázaro, vem para fora”, e, pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido há 4 dias.
· Ele é o melhor Otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder do Seu Amor.
· Jesus também é o maior Psiquiatra da história: há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
· Deus também é o melhor Ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo “Levanta, toma a tua maca e anda!” e o homem andou! E foi o Tratamento Ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!
· A primeira evidência científica sobre a Hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o Dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.
· Ele também é o primeiro Hematologista, pois, com apenas um toque, curou a Coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos, em tratamentos sem sucesso.
· Jesus é ainda, o maior Doador de Sangue do mundo Seu tipo sanguíneo? O "Negativo", ou, "Doador Universal", pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros. E assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que O recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário fazer nada, apenas crer e receber!
O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes e Ele fez isso por nós! Ele é um médico que não cobra pelos Seus serviços porque o presente gratuito de Deus é a vida eterna! No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido. Pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir o seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!
O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!
Ele é o único Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém pode ir até Deus senão por Ele.
Seu nome é JESUS.
A este Médico, o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!